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11 fev 2019
PESQUISA INÉDITA REGENERA CÉLULAS FOTORRECEPTORAS COM TERAPIA GENÉTICA

PESQUISA INÉDITA REGENERA CÉLULAS FOTORRECEPTORAS COM TERAPIA GENÉTICA.

PESQUISA INÉDITA REGENERA CÉLULAS FOTORRECEPTORAS COM TERAPIA GENÉTICA.

Utilizando uma nova terapia baseada em Células-tronco pluripotente induzida, cientistas do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) conseguiram evitar a cegueira em camundongos que tinham DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) do tipo seca em estágio avançado.

Uma das principais causas de perda de visão em pessoas com mais de 65 anos de idade, a DMRI causa a degeneração das células do fundo do olho, como os fotorreceptores, que são células especializadas em captar a luz e transformar nos impulsos elétricos que são decodificados pelo cérebro, formando a visão.

O ensaio clínico foi publicado na revista cientifica Science Translational Medicine e prepara o cenário para um primeiro estudo com humanos com DMRI do tipo seca, que atualmente não possui tratamento.

 

O ESTUDO UTILIZA CÉLULAS TRONCO PLURIPOTENTE INDUZIDA

A terapia é inovadora porque utiliza Célula-tronco pluripotente induzida, que foram recentemente desenvolvidas. Trata-se de células do próprio paciente que são modificadas e transformadas em células tronco, conhecidas como células IPS, que podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo.

Nesse caso, as células são programadas para se tornarem células epiteliais pigmentares da retina, o tipo de célula que morre no início do estágio de atrofia geográfica da degeneração macular.

As células do EPR nutrem os fotorreceptores, as células sensíveis à luz na retina. Na DMRI do tipo seca, quando as células do EPR morrem, os fotorreceptores acabam também morrendo, ocasionando cegueira.

A terapia é uma tentativa de reforçar a saúde dos fotorreceptores remanescentes, substituindo o EPR terminal pelo EPR derivado de células iPSC.

 

Os pesquisadores relatam que as células transplantadas funcionaram adequadamente. A imunocoloração confirmou que o EPR derivado de iPSC expressou o gene RPE65, sugerindo que as células produzidas em laboratório atingiram um estágio crucial de maturidade necessário para manter a saúde dos fotorreceptores.

O gene RPE65 é necessário para a regeneração do pigmento visual dentro dos fotorreceptores e é um componente essencial para a visão.

Além disso, outros testes mostraram sinais positivos sobre aspectos clínicos das células regeneradas.

 

Uma das principais preocupações com qualquer terapia com células-tronco é seu potencial oncogênico: a capacidade das células se multiplicarem descontroladamente e formarem tumores.

Os pesquisadores analisaram geneticamente as células do EPR derivadas de iPSC e não encontraram mutações genéticas ligadas ao crescimento do tumor.

 

O ensaio clínico em humanos só poderá ser realizado após a aprovação do FDA (Food and Drug Administration), órgão que regulamenta medicamentos, equipamentos e pesquisas na área de saúde nos EUA.

Até a terapia ser aplicada em larga escala, existe um longo caminho a ser percorrido. São necessárias muitas pesquisas em várias fases para atestar com segurança os resultados apresentados. Mas, a cada dia a ciência está trazendo novidades surpreendentes para tratamentos de diversas doenças graves, como a DMRI do tipo seca.

A DMRI do tipo exsudativa é uma forma ainda mais rigorosa da doença, mas para esses casos já existe tratamento, que é feito com injeções intravítreas que são capazes de impedir o avanço da doença e também melhorar a visão de muitos pacientes.

 

11 jan 2019
INJEÇÃO INTRAVÍTREA PARA TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR DIABÉTICO

INJEÇÃO INTRAVÍTREA PARA TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR DIABÉTICO

INJEÇÃO INTRAVÍTREA PARA TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR DIABÉTICO

 

O Edema Macular é responsável pela maior parte dos casos de redução de acuidade visual em pacientes portadores de diabetes, seja ela do tipo 1 ou 2.

 

👀 A característica predominante é o acumulo fluído na região macular, provocado pelo rompimento da Barreira Hemato-retiniana, que é um elemento de proteção das células da retina, alterando seu funcionamento e provocando uma reação inflamatória.

 

Até então, o tratamento mais aceito para o EDEMA MACULAR era o uso da FOTOGOAGULAÇÃO A LASER, que é capaz de evitar a progressão da doença e melhorar a visão em parte dos casos.

 

 

💉O uso da injeção intravítrea de ANTIANGIOGÊNICOS, associada ou não ao LASER, vem obtendo resultados interessantes. Diversos estudos comprovaram evolução com o tratamento de fármacos intra-vitreos.

 

A melhor forma de evitar o EDEMA MACULAR é o controle glicêmico dos pacientes com diabetes, que deve ser rigoroso para evitar o surgimento da doença.

 

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15 dez 2018
O QUE SÃO DRUSAS E COMO PODEM AFETAR A RETINA em Curitiba

O QUE SÃO DRUSAS E COMO PODEM AFETAR A RETINA?

O QUE SÃO DRUSAS E COMO PODEM AFETAR A RETINA?

👁As DRUSAS são lesões de coloração amarelada localizadas sob a retina, a camada de tecido sensível à luz na parte de trás do olho. Sua composição é de restos celulares que se depositam no fundo do olho. Pode iniciar-se assim um processo de degeneração porque destroem foto receptores, células responsáveis por transmitir as imagens para o cérebro em forma de luz, via sinais elétricos.

 

👉Não se sabe ao certo porque elas aparecem, mas sua incidência é maior em pessoas com mais de 60 anos e acredita- se que a falta de hábitos saudáveis possa contribuir ou acelerar o surgimento das DRUSAS.

 

A presença das manchas amareladas está associada a um risco aumentado de desenvolvimento de neovascularização, processo que gera crescimento desordenado de novos vasos sanguíneos mais fracos e sensíveis, dando origem a  DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) na forma neovascular ou úmida. Também podem indicar outras patologias, dependendo de suas características.

 

Exames complementares como ANGIOFLUORESCEINOGRAFIA e OCT (Tomografia de Coerência Óptica) são importantes para analisar e diferenciar os tipos de DRUSAS e se estão relacionadas à alguma doença.

 

Não existe um tratamento específico para as DRUSAS, mas seu acompanhamento é importante sobretudo quando há um diagnóstico positivo para a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade).

 

Na população em geral, as DRUSAS estão presentes em 0,7% das pessoas, mas em pacientes com DMRI sua prevalência é de 9% a 36% dos casos.

A DMRI pode causar a perda da visão central, diminuindo a qualidade de vida em idosos.

22 out 2018
oclusao venosa da retina curitiba tratamento

OCLUSÃO VENOSA DA RETINA: UM RISCO PARA SUA VISÃO

OCLUSÃO VENOSA DA RETINA: UM RISCO PARA SUA VISÃO

A retina é uma membrana que recobre a parte interna do fundo do olho. É formada por células fotossensíveis, que são capazes de captar os sinais luminosos e transformar em impulsos elétricos, que serão enviados e decodificados pelo cérebro, formando a visão.

A OCLUSÃO VENOSA é uma das causas mais comuns de doenças vasculares da retina, podendo levar causar perda da visão. A doença é caracterizada pela obstrução de uma veia da retina, impedindo o retorno do sangue para a circulação corporal. Essa obstrução, que geralmente tem formato de trombo, gera acúmulo de hemácias que impede a passagem do sangue. O bloqueio do fluxo sanguíneo pode então, iniciar processos de edema (inchaços) ou hemorragias.

Se não tratada, a OCLUSÃO VENOSA pode progredir para complicações como a ESQUEMIA (diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea), que poderá resultar no surgimento de novos vasos sanguíneos (neovasos), mais finos e fracos.

Além disso, pode provocar descolamento de retina e glaucoma secundário por conta do aumento de pressão intraocular e outras complicações.

Existem duas formas de oclusão, a isquêmica e a não isquêmica, dependendo do grau de obstrução. A forma isquêmica é uma condição mais grave, pois sua evolução pode gerar consequências mais severas para a visão.

QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA OCLUSÃO VENOSA DA RETINA?

Os principais sintomas relatados pelos pacientes são:

  • Desconforto visual;
  • Embaçamento da visão;
  • Visão distorcida;
  • Moscas volantes;
  • Perda da visão em casos mais graves.

FATORES DE RISCO PARA OCLUSÃO VENOSA

Diversos estudos relacionaram algumas condições que podem influenciar no surgimento da doença:

  • Colesterol elevado;
  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial sistêmica;
  • Tabagismo;
  • Doenças cardíacas;
  • Doenças inflamatórias e infecciosas;
  • Alteração da coagulação e viscosidade sanguínea;

QUAIS OS PRINCIPAIS TRATAMENTOS PARA A OCLUSÃO VENOSA DA RETINA?

Cirurgias a laser: o uso do laser em doenças da retina é muito comum. Sua principal finalidade é cauterizar os vasos e impedir o avanço de hemorragia, estabilizando o quadro do paciente e evitando a piora da visão.

Injeções intravítreas: as injeções são uma grande inovação no tratamento das doenças da retina. São medicamentos conhecidos como ANTI-VEGF, que bloqueiam o fator de crescimento endotelial, responsável pelo surgimento dos neovasos sanguíneos que, sendo mais fracos e finos, rompem-se facilmente, provocando hemorragias e outras complicações.

Vitrectomia com tecnologia 3D: A intervenção cirúrgica pode ser uma necessidade. Atualmente, podemos utilizar a tecnologia 3D para deixar o procedimento mais seguro e preciso.

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09 out 2018
dr camila retinologia

Dra. Camila Winckler participa do BH-Retina Summit

A Dra. Camila Winckler, médica especializada em retinologia, participou no último final de semana, do BH-Retina Summit, evento que reuniu centenas de especialistas do segmento posterior do olho.

O evento é um fórum avançado de discussões das doenças que afetam o fundo do olho, como Retinopatia Diabética, DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) e Buraco Macular, dentre outras patologias.

Segundo a médica, durante o evento foram apresentados e discutidos casos clínicos e os mais recentes avanços nos conhecimentos das patologias e novos tratamentos, que aliados à novas tecnologias no diagnóstico e cirurgias avançadas permitem ótimos resultados: “Foi um evento de alto nível, com médicos renomados compartilhando suas experiências e apresentando pesquisas e estudos atualizados, fomentando discussões profundas e produtivas”.

A Retina Curitiba é um centro avançado de tratamento das doenças do fundo do olho e reune tecnologia de ponta, tratamentos avançados, conhecimento na área e uma equipe altamente especializada em retinologia.

 

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14 set 2018
DIABETES SEM CONTROLE PODE CAUSAR CEGUEIRA

DIABETES SEM CONTROLE PODE CAUSAR CEGUEIRA

DIABETES SEM CONTROLE PODE CAUSAR CEGUEIRA

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem 12,5 milhões de brasileiros que convivem com a doença. O país ocupa o 3º lugar do mundo em casos de diabetes tipo 1 (quando a pessoa já nasce com diabetes).

A diabetes é uma doença crônica na qual o organismo não consegue produzir insulina ou não consegue utilizar adequadamente a insulina produzida. A insulina é um hormônio que ajuda o organismo a absorver a glicose, sua falta faz com que o nível de glicose presente na corrente sanguínea seja elevado, causando sérios problemas em todo o organismo.

A CEGUEIRA É UMA DAS PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES

Uma das principais complicações das diabetes é a RETINOPATIA DIABÉTICA (RD), maior causa de cegueira em pessoas jovens no MUNDO. Pesquisas indicam que uma em cada três pessoas com diabetes apresentam algum grau de retinopatia na visão. A evolução desse quadro pode significar perda permanente da capacidade visual.

A RETINOPATIA DIABÉTICA NÃO PROLIFERATIVA

A RD não proliferativa é o estágio inicial da diabetes nos olhos. Nessa fase, os microaneurismas, hemorragias e vasos sanguíneos obstruídos presentes na retina causam deficiência de suprimentos, oxigênio e nutrientes para as células responsáveis pela nossa visão. Com o tempo, a situação pode se agravar, afetando partes importantes da retina como a mácula, responsável pela visão central e percepção de cores e nitidez.

RETINOPATIA PROLIFERATIVA

Fase mais avançada da RETINOPATIA DIABÉTICA, é caracterizada pela formação de neovasos causados pela obstrução dos vasos sanguíneos, que impedem o fluxo de sangue nas áreas afetadas.

Os neovasos são frágeis e crescem de forma desordenada. Apesar de seu surgimento não apresentar sintomas aparentes, eles podem romper-se facilmente, causando hemorragias e até mesmo o descolamento da retina, uma condição muito grave, que pode causar cegueira.

Além disso, a retinopatia diabética pode causar hemorragia vítrea, edema macular e glaucoma neovascular.

06 set 2018
4 doenças graves que podem afetar sua retina curitiba

4 DOENÇAS GRAVES QUE PODEM ATINGIR SUA RETINA

4 DOENÇAS GRAVES QUE PODEM ATINGIR SUA RETINA

 

Responsável pela nossa visão, o fundo do olho é parte importante do nosso organismo. É esse o local onde as imagens são captadas e transformadas em impulsos elétricos que serão enviados para o nosso cérebro.

Geralmente, as doenças que afetam essa região são graves. Isso se deve às características peculiares do fundo do olho, como grande vascularização, células fotossensíveis que não se regeneram e presença de estruturas importantes como mácula e nervo óptico.

Listamos abaixo as 4 doenças mais graves que afetam a retina:

DESCOLAMENTO DE RETINA

Como o nome já diz, ocorre quando a retina é descolada de sua posição natural por causa de um trauma, por exemplo. Geralmente, os sintomas são flashes luminosos, perda abrupta da visão ou surgimento de manchas escuras. Trata-se de uma situação emergencial que deve ser tratada imediatamente, pois pode causar perda permanente da visão.

DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE

Com o avanço da idade, a Degeneração Macular Relacionada a Idade (DMRI) pode afetar a retina. Esse quadro consiste no acúmulo de materiais orgânicos no fundo olho, alterando sua estrutura normal e ocasionando o crescimento anormal de vasos sanguíneos e hemorragias, situação que pode causar perda da visão central.

RETINOPATIA DIABÉTICA

Quando não controlam de forma adequada o nível glicêmico no sangue, pacientes com diabetes podem desenvolver sérios problemas na visão. A Diabetes causa uma série de alterações metabólicas no organismo. Quando essas alterações atingem a retina, resultam em hemorragias que podem levar à perda da visão ou até mesmo ao descolamento da retina.

BURACO MACULAR

O Buraco macular é uma doença que atinge a mácula, situada no centro da retina. Sua principal característica é formar um buraco crescente que, ao longo do tempo, diminui a visão do paciente. O resultado é a perda da visão central, uma vez que a doença atinge o centro da retina.

Algumas dessas doenças são assintomáticas em suas fases iniciais, ou seja, quando acontece o diagnóstico, a visão pode estar seriamente prejudicada. Para evitar quadros mais graves dessas doenças, é importante visitar seu oftalmologista regularmente e realizar exames periódicos de visão.

14 ago 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista a enorme repercussão na comunidade médica a partir da veiculação de matéria no Jornal Nacional do dia 08/08/2018, a respeito do tratamento da DMRI com base em células-tronco, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, envolvida na referida matéria, vem a público se manifestar através de presente nota:

 

“Os estudos com células-tronco para tratamento de doenças da retina foram concluídos e não estão incluindo novos pacientes. Não há previsão para início das próximas fases das pesquisas. Apesar de animadores, os resultados apresentados não permitem o uso de células-tronco como tratamento. As notícias serão atualizadas no site do www.hcrp.usp.br e www.ribeirao.usp.br

 

A Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV), surpresa com o conteúdo da matéria, registra é preciso ter cuidado com a divulgação de informações que possam causar insegurança na população e induzir pacientes em processo de tratamento a buscarem soluções não validadas e reconhecidas cientificamente.

Nesse passo, a SBRV informa que irá acompanhar o desenrolar do tema e espera contar com a colaboração e o bom senso de todos os envolvidos na área da retina e vítreo, a fim de evitar a divulgação de informações que possam causar insegurança na população e prejudicar os tratamentos de doenças retinianas atualmente reconhecidos e recomendáveis pela literatura médica.

Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo

Magno Antonio Ferreira

Presidente da SBRV

02 ago 2018
PESSOAS COM MIOPIA TEM MAIOR PROBABILIDADE DE DESENVOLVER ALGUMAS DOENÇAS DA RETINA

PESSOAS COM MIOPIA TEM MAIOR PROBABILIDADE DE DESENVOLVER ALGUMAS DOENÇAS DA RETINA

PESSOAS COM MIOPIA TEM MAIOR PROBABILIDADE DE DESENVOLVER ALGUMAS DOENÇAS DA RETINA

 

A MIOPIA é caracterizada pela dificuldade de enxergar objetos distantes. Isso acontece porque a luz refratada no fundo do olho não atinge o ponto ideal e a imagem é focada antes da retina, ficando embaçada para foco mais distante. A correção geralmente é feita com óculos, lentes ou cirurgia refrativa.

Uma das características do olho míope é seu tamanho fora do padrão. Dependendo do grau de refração, o olho é mais alongado, o que justifica a condição do foco alterado. Esse tamanho influencia em alguns aspectos importantes na anatomia ocular. Com um globo ocular maior, a retina (fundo do olho) pode ser mais fina e ficar suscetível a outras doenças oculares.

A IMPORTÂNCIA DA RETINA

O olho é um órgão muito complexo e eficiente e pode ser dividido em duas partes principais, segmento anterior (córnea, esclera, cristalino, íris e humor aquoso) cristalino) e segmento posterior (coroide, membrana de Bruch, humor vítreo, retina, mácula e nervo óptico).

A retina está localizada no FUNDO DO OLHO, região responsável por captar a luz que entra e transformar em sinais elétricos que serão enviados para o cérebro decodificar. Quando a retina é afetada, a visão corre sérios riscos, pois as células especializadas do fundo do olho são sensíveis e não se regeneram. Uma vez afetadas por alguma doença, as células da retina dificilmente retomam sua condição original. Portanto, toda doença que atinge a retina pode prejudicar a visão de forma permanente, causando até mesmo cegueira.

RUPTURA DA RETINA

As rupturas ou buracos retinianos são pequenos rasgos que ocorrem na região periférica da retina. Podem ocorrer pelo deslocamento do vítreo (líquido que preenche o olho). Quando o vítreo se separa da retina, ele exerce uma tração, provocando seu rompimento.

Os principais sintomas desse quadro são flashes de luz, manchas escuras súbitas e moscas volantes (pequenas manchas que se movem). As roturas da retina não tratadas podem evoluir para um descolamento de retina.

DESCOLAMENTO DE RETINA

O descolamento de retina é uma condição que pode atingir com maior prevalência pessoas com graus elevados de miopia, que possuem retina mais fina e sensível. Quando corre o descolamento de retina, a retina se desprende do fundo do olho, rompendo vasos sanguíneos. Se não tratado rapidamente, pode causar perda permanente da visão.

Muitas vezes, o descolamento da retina pode ser causado por traumas como batida brusca ou queda, por exemplo.

DEGENERAÇAO MIÓPICA

Devido ao alongamento do olho míope, a retina pode sofrer um afilamento progressivo, resultando em atrofia, principalmente da região da mácula, responsável pela visão central, percepção de detalhes e cores. Além disso, é comum pacientes apresentarem membranas neovasculares ou hemorragias na região macular.

DEGENERAÇÃO PERIFÉRICA DA RETINA

A tração exercida pelo humor vítreo associada a uma retina mais fina pode causar sua degeneração, quadro que precisa ser observado para não se tornar um descolamento de retina. Como a degeneração nesse caso atinge a parte periférica da retina, num primeiro momento a visão não será prejudicada, porém, isso pode ocorrer se evoluir para algo mais grave.

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