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05 abr 2018
retina pos

Trauma na região dos olhos pode causar perda da visão

 Trauma na região dos olhos pode causar perda da visão

A prática de alguns tipos de esportes ou até mesmo de determinadas atividades profissionais podem ocasionar trauma na região dos olhos, trazendo complicações para a visão. Os tipos mais comuns de trauma nos olhos são:

  • Exposição a produtos químicos que afetam os olhos;
  • Entrada de corpos estranhos (objetos pontiagudos, areia, pó e etc);
  • Tapas, socos, chutes, joelhadas em esportes de contato ou até mesmo brigas;
  • Acidentes com bolas em esportes como tênis, futebol, basquete e etc;
  • Acidentes de trânsito;
  • Quedas em geral.

O que fazer no momento do trauma

Traumas oculares geralmente causam vermelhidão nos olhos, visão momentaneamente embaçada, lacrimejamento, inchaço ou edema em volta do olho. Muitos casos não apresentam gravidade, porém, em caso de trauma nos olhos, é importante procurar um serviço de saúde para verificar se não ocorreu algum problema de natureza mais grave.

 

Descolamento de retina ocasionado por trauma

 

Alguns casos mais críticos podem gerar sintomas como perda súbita da visão, manchas escuras na visão ou flashes de luz, podendo indicar o DESCOLAMENTO DA RETINA. Nesses casos, é importante o tratamento imediato em um serviço de oftalmologia especializado em retina.

O descolamento de retina é uma condição grave na qual o tecido responsável pela formação da visão se desprende do olho, ficando sem a irrigação dos vasos sanguíneos e gerando hemorragia dentro do olho, quadro que pode afetar a visão de forma permanente.

Nesse caso pode ser necessária a realização de uma cirurgia, para recolar a retina no lugar. Essa cirurgia é chamada de vitrectomia.

A importância da proteção dos olhos

É muito importante, portanto, a utilização de equipamentos de proteção ocular sempre que possível. Em ambientes de trabalho com qualquer risco de lesão, o uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) deve ser seguido conforme orientação, minimizando as chances de acidente.

Para a prática de esportes de alto impacto, o atleta deve sempre ter em mente os cuidados necessários para minimizar riscos para os olhos e outros órgãos.

21 mar 2018
INJEÇÃO-VITREA-MEDICAMENTOS-SUDOESTE

Você já ouviu falar em injeção intravítrea?

Você já ouviu falar em injeção intravítrea?

A visão é um sentido importante para o ser humano, já que ela facilita a realização de tarefas do dia a dia e permite uma melhor ambientação em cada espaço.

Muitas doenças oculares prejudicam a visão, mas as doenças que afetam o fundo do olho (RETINA) são consideradas mais graves e severas, uma vez que essa parte do olho é responsável direta pela formação da nossa visão.

As injeções intravítreas consistem na aplicação de medicamentos diretamente no vítreo (regiao interna do olho), aumentando a eficácia da ação dos medicamentos utilizados no tratamento de doenças que afetam a retina.

O que são os medicamentos ANTIANGIOGENICOS?

Os Antiangiogênicos, também conhecidos como anti-VEGF, são medicamentos capazes de bloquear o fator de crescimento endotelial (VEGF). Esse fator é responsável pela formação de novos vasos sanguíneos, mas quando essa formação de novos vasos acontece de forma exagerada (geralmente causada por alguma doença), esses novos vasos se tornam um problema. Esses neovasos, como são chamados, são mais finos e frágeis, se rompendo facilmente e causando hemorragias.

Portanto, o uso dos medicamentos ANTI-VEGF pode interromper o surgimento de novos vasos, controlando muitas doenças que afetam a retina.

Inicialmente, esses medicamentos não eram utilizados no tratamento de doenças oculares, porém, por meio de inúmeras pesquisas e ensaios clínicos, comprovou-se sua eficácia no tratamento de doenças como a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade).

Atualmente, já existem no mercado substâncias desenvolvidas para uso específico na oftalmologia, o que tem tornado o procedimento ainda mais seguro e eficaz.

 

02 mar 2018
cirurgia da retina curitiba

A HIPERTENSÃO TAMBÉM PODE AFETAR SUA VISÃO!

A HIPERTENSÃO TAMBÉM PODE AFETAR SUA VISÃO!

 

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde revelam que mais de 30 milhões de brasileiros sofrem com a hipertensão arterial, uma condição com consequências graves para todo o organismo. A RETINOPATIA HIPERTENSIVA é um dos possíveis efeitos da hipertensão arterial no organismo.

 

O QUE É A RETINOPATIA HIPERTENSIVA?

A pressão arterial elevada começa a provocar alterações nos vasos sanguíneos da retina, região responsável pela formação da imagem. Esse quadro pode gerar:

  • Vasoconstrição (estreitamento vascular);
  • Espessamento da parede das arteríolas e vênulas (Pequenas artérias e veias);
  • Rompimentos ou obstrução dos vasos.

 

Segundo o Dr. João Guilherme Oliveira de Moraes, esses processos iniciam-se sem que o paciente perceba. Trata-se de uma doença assintomática, ou seja, quando os primeiros sintomas surgem a visão pode já estar comprometida.

É importante, portanto, a realização de visitas regulares ao oftalmologista. Dessa forma é possível um diagnóstico precoce ou até mesmo evitar o surgimento da doença. Pessoas com pressão alta devem fazer acompanhamento com um oftalmologista desde o momento em que a hipertensão é diagnosticada.

Quais os sintomas da doença?

Com o agravamento do quadro, os sintomas começam a aparecer e incluem:

  • Perda de qualidade da visão;
  • Maior sensibilidade à luz;
  • Dores na cabeça;
  • Hemorragias no fundo do olho;
  • Edema macular decorrente da hemorragia.

 

Fumantes e pacientes com diabetes podem ter o quadro clinico agravado, acelerando os resultados negativos da RETINOPATIA HIPERTENSIVA.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?

 

Geralmente com o exame de mapeamento da retina e o histórico de hipertensão arterial é possível diagnosticar a doença. Em alguns casos podem ser realizados exames adicionais como Retinografia, Angiofluoresceinografia e Tomografia de Coerência Óptica (OCT).

COMO É O TRATAMENTO DA RETINOPATIA HIPERTENSIVA?

O tipo de tratamento depende do estágio da doença. Em alguns casos, apenas o controle clinico da pressão arterial pode impedir o avanço da doença. Nas situações em que já se desenvolveu um EDEMA MACULAR, é possível tratar com injeção de ANTI-ANGIOGÊNICO (VGEF). Já nos casos de hemorragias intravítreas por oclusões vasculares, o tratamento pode ser feito por meio de cirurgia de VITRECTOMIA.

A Dra. Camila Winckler, especialista em retina e vítreo, enfatiza que a prevenção e as visitas regulares ao oftalmologista são as melhores condutas para que pacientes portadores de hipertensão arterial evitem a Retinopatia Hipertensiva.

01 fev 2018
openeyes

ANS amplia cobertura para injeção intravítrea

ANS amplia cobertura para injeção intravítrea

A normativa tem inclusão de 18 novos procedimentos entre exames, terapias e cirurgias, além da ampliação de cobertura para outros sete, incluindo medicamentos orais contra o câncer.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde e responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil, publicou normativa de ampliação do rol de cobertura das operadoras privadas de saúde. A notícia beneficia muitos pacientes da oftalmologia que, apesar de serem portadores de doenças graves, não podiam contar com a cobertura integral do plano de saúde no tratamento.

Além da inclusão de vários procedimentos, a normativa também ampliou a cobertura para exames e terapias já presentes no rol, mas que possuíam limitação quanto ao diagnóstico. Na oftalmologia, o uso de medicamentos antiangiogênicos só tinha cobertura para tratamento de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), embora seja indicado para várias patologias que atingem a retina, conforme destaca João Guilherme Oliveira de Moraes, especialista em retina e vítreo: “A injeção intravítrea de antiangiogênicos não é um procedimento novo, porém, até agora os convênios de saúde só ofereciam cobertura para os casos de DMRI. O médico indicava o procedimento e o paciente não podia contar com a cobertura do plano”.

Segundo o médico, desde o dia 8 de janeiro, portadores de Retinopatia Diabética, oclusão da veia central da retina e edema macular secundário já estão realizando injeção intravítrea com cobertura dos planos privados de saúde: “A ampliação é de muita importância, pois todas essas doenças podem levar à cegueira total e irreversível. O uso de antiangiogênico tem alcançado ótimos resultados para portadores de Retinopatia Diabética, DMRI e outras doenças da retina”.

Além da injeção intravítrea, a ANS também ampliou a cobertura para a realização de Tomografia de Coerência Óptica, exame utilizado no diagnóstico de diversas doenças retinianas e, anteriormente, coberto apenas para diagnóstico de DMRI.

09 jan 2018
miopia descolmento de retina curitiba

Quem tem miopia tem mais chances de ter descolamento de retina

Quem tem miopia tem mais chances de ter descolamento de retina

Os casos de miopia vêm aumentando em várias partes do mundo. Estima-se que em 2050, 50% da população brasileira terá esse tipo de erro refrativo, que causa dificuldade para enxergar objetos que estão distantes.

Por causa de sua anatomia, o olho míope possui maior pré-disposição para o DESCOLAMENTO DE RETINA. Segundo a Dra. Camila Winckler, trata-se de uma condição grave que precisa de um tratamento de emergência. Os sintomas incluem flashes de luz na visão, cegueira súbita, perda da visão periférica, visualização de pontos escuros e visão embaçada.

O Dr. João Guilherme Moraes explica que os pacientes com miopia podem ter até 10 vezes mais chances de desenvolver o descolamento de retina. Para pacientes míopes, a incidência do descolamento de retina pode chegar a 3%, sendo que no público geral esse número cai para em média, 0,07%.

Para diagnosticar o descolamento de retina é necessário realizar mapeamento de retina, que é um exame simples, indolor e rápido. Se você é míope, converse a respeito com seu oftalmologista.

 

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09 jan 2018
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Já ouviu falar de moscas volantes?

Já ouviu falar de moscas volantes?

Moscas volantes são pequenos pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou teias de aranha que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos. São percebidas mais facilmente durante a leitura ou quando se olha fixamente para uma parede vazia.

Devido ao processo natural de envelhecimento, o vítreo, substancia gelatinosa que preenche o olho internamente, contrai-se e pode separar a retina em alguns pontos, sem causar necessariamente algum dano. As moscas volantes podem ser partículas minúsculas de vítreo condensado ou proteínas que ficam flutuando no vítreo e aparecem em nossa visão.

No entanto, existem casos nos quais as moscas volantes indicam problemas mais sérios como um início de descolamento de retina, que precisa de um rápido tratamento.

A visita regular ao oftalmologista é importante para diagnosticar e tratar doenças oculares no começo dos sintomas.

 

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09 jan 2018
retina curitiba vítreo

Você sabe o que é o humor vítreo?

 

Você sabe o que é o humor vítreo?

O vítreo é uma substância gelatinosa e viscosa que se encontra no segmento posterior do olho, entre o cristalino e a retina. Causando pressão constante, atua de modo a manter a forma esférica do olho.

Qualquer alteração no estado ou pressão do humor vítreo pode afetar de alguma forma a visão. Com o avanço da idade, o liquido fica menos espesso, ou seja, mais líquido. Tal condição pode favorecer, por exemplo, o DESCOLAMENTO DE RETINA, além do surgimento de doenças como o GLAUCOMA, que aumenta a pressão dentro do olho, fazendo com o que o liquido pressione o nervo óptico, situação que pode causar cegueira.

Por isso, é importante visitar regularmente o seu oftalmologista, para medir a pressão intraocular e realizar outros exames de fundo de olho que podem prevenir doenças graves.

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09 jan 2018
degeneração macular tem tratamento em curitiba

Existe tratamento para a DMRI?

Existe tratamento para a DMRI?

A Degeneração Macular Relacionada à Idade é uma das principais causas de cegueira em pessoas com mais de 60 anos de idade. A doença atinge o fundo do olho, mais precisamente a mácula, uma região nobre, responsável pela visão central e pela percepção de detalhes nas imagens. Sua evolução pode causar a cegueira parcial ou total, distorcendo os objetos ou deixando uma mancha escura sobre a imagem.

Podendo se apresentar de duas maneiras, a doença se manifesta como DMRI SECA (forma mais branda) e DMRI ÚMIDA (ou exsudativa), uma forma mais agressiva com evolução mais rápida, que tem incidência em 10% dos casos.

No caso da DMRI SECA, existem alguns estudos em andamento e protocolos clínicos em fase de liberação para o tratamento, porém, ainda não estão disponíveis para os pacientes. No entanto, como a DMRI seca é menos agressiva e possui evolução lenta, a visão lateral pode ser preservada.

Mais agressiva, a DMRI ÚMIDA (exsudativa) é caracterizada pela formação de vasos sanguíneos anormais que, ao se romperem, afetam a mácula, podendo causar o descolamento de retina e a perda total da visão. A evolução da DMRI tipo úmida é rápida e suas consequências são mais graves. Nesse caso, o tratamento é realizado com medicações intraoculares, os chamados bloqueadores VEGF. Esses medicamentos impedem a progressão do quadro e o surgimento dos neovasos, estabilizando a doença. Em muitos casos, o tratamento consegue melhorar a visão do paciente, evitando a cegueira.

O Dr. João Guilherme Moraes afirma que é muito importante a visita regular ao oftalmologista em qualquer fase da vida, porém, em pessoas com mais de 60 anos idade, esse acompanhamento deve ser mais frequente. As doenças da retina como a DMRI geralmente são assintomáticas. As pessoas pensam que estão enxergando menos e que basta trocar de óculos para melhorar a visão e, enquanto protelam a visita ao oftalmologista, a doença vai evoluindo.

 

 

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09 jan 2018
tratamento degeneração macular curitiba

Você já ouviu falar de DMRI? Tratamento em Curitiba

Você já ouviu falar de DMRI?

A DMRI – Degeneração Macular Relacionada à Idade – é uma doença que afeta a retina, mais especificamente a mácula, região responsável pela visão central e pela percepção de detalhes nas imagens que enxergamos.

Ligada ao processo de envelhecimento, atinge pessoas com mais de 60 anos de idade e também está associada a fatores genéticos e comportamentais, como tabagismo, consumo excessivo de álcool, e sedentarismo, dentre outros.

A Degeneração Macular é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas durante sua evolução. Quando o paciente percebe alterações, a visão já pode ter sido comprometida.

Segundo o Dr. João Guilherme Moraes, especialista em retina e vítreo, a DMRI apresenta-se com o acúmulo de drusas na mácula. As drusas são depósitos brancos ou amarelados compostos por “restos” celulares. Com o tempo esses elementos afetam as células da retina, reduzindo a visão do paciente. Além disso, pode ocorrer entupimento dos vasos sanguíneos e crescimento de vasos anormais na retina, que ao se romperem podem piorar a situação do paciente.

A Dra Camila Winckler, especialista no diagnóstico de doenças da retina, explica que existem dois tipos de DMRI, a seca (atrófica) e a úmida (exsudativa), sendo que a segunda é mais perigosa para a visão e corresponde a cerca de 10% dos casos.

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09 jan 2018
retinopatia diabética em curitiba

Diabetes pode causar cegueira e diagnóstico precoce é fundamental

Diabetes pode causar cegueira e diagnóstico precoce é fundamental

Os casos de Diabetes vêm aumentando em todo o mundo, fator que têm gerado preocupação entre autoridades de saúde. A doença, que é crônica, precisa ser controlada, por meio de uma dieta rigorosa, prática de exercícios e medicações especificas. A diabetes afeta órgãos e prejudica o funcionamento do organismo, debilitando a saúde do paciente.

A retinopatia diabética afeta o fundo do olho do paciente, causando micro hemorragias e até mesmo o descolamento da retina, que pode levar à perda parcial ou total da visão. A evolução da doença é silenciosa, ou seja, não apresenta sintomas para o paciente. Geralmente, quando os primeiros sintomas surgem, a retinopatia já pode estar em estágio avançado.

É muito importante, portanto, o diagnóstico precoce, que aumenta as chances de tratamento e reduz os riscos para a visão. Por isso, pacientes diabéticos precisam visitar o oftalmologista com regularidade para realizar exames de rotina como o mapeamento de retina, que pode diagnosticar a retinopatia diabética em seu início.

Você tem algum familiar com diabetes? Deixe seu comentário!

 

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