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22 out 2018
oclusao venosa da retina curitiba tratamento

OCLUSÃO VENOSA DA RETINA: UM RISCO PARA SUA VISÃO

OCLUSÃO VENOSA DA RETINA: UM RISCO PARA SUA VISÃO

A retina é uma membrana que recobre a parte interna do fundo do olho. É formada por células fotossensíveis, que são capazes de captar os sinais luminosos e transformar em impulsos elétricos, que serão enviados e decodificados pelo cérebro, formando a visão.

A OCLUSÃO VENOSA é uma das causas mais comuns de doenças vasculares da retina, podendo levar causar perda da visão. A doença é caracterizada pela obstrução de uma veia da retina, impedindo o retorno do sangue para a circulação corporal. Essa obstrução, que geralmente tem formato de trombo, gera acúmulo de hemácias que impede a passagem do sangue. O bloqueio do fluxo sanguíneo pode então, iniciar processos de edema (inchaços) ou hemorragias.

Se não tratada, a OCLUSÃO VENOSA pode progredir para complicações como a ESQUEMIA (diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea), que poderá resultar no surgimento de novos vasos sanguíneos (neovasos), mais finos e fracos.

Além disso, pode provocar descolamento de retina e glaucoma secundário por conta do aumento de pressão intraocular e outras complicações.

Existem duas formas de oclusão, a isquêmica e a não isquêmica, dependendo do grau de obstrução. A forma isquêmica é uma condição mais grave, pois sua evolução pode gerar consequências mais severas para a visão.

QUAIS OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA OCLUSÃO VENOSA DA RETINA?

Os principais sintomas relatados pelos pacientes são:

  • Desconforto visual;
  • Embaçamento da visão;
  • Visão distorcida;
  • Moscas volantes;
  • Perda da visão em casos mais graves.

FATORES DE RISCO PARA OCLUSÃO VENOSA

Diversos estudos relacionaram algumas condições que podem influenciar no surgimento da doença:

  • Colesterol elevado;
  • Diabetes;
  • Hipertensão arterial sistêmica;
  • Tabagismo;
  • Doenças cardíacas;
  • Doenças inflamatórias e infecciosas;
  • Alteração da coagulação e viscosidade sanguínea;

QUAIS OS PRINCIPAIS TRATAMENTOS PARA A OCLUSÃO VENOSA DA RETINA?

Cirurgias a laser: o uso do laser em doenças da retina é muito comum. Sua principal finalidade é cauterizar os vasos e impedir o avanço de hemorragia, estabilizando o quadro do paciente e evitando a piora da visão.

Injeções intravítreas: as injeções são uma grande inovação no tratamento das doenças da retina. São medicamentos conhecidos como ANTI-VEGF, que bloqueiam o fator de crescimento endotelial, responsável pelo surgimento dos neovasos sanguíneos que, sendo mais fracos e finos, rompem-se facilmente, provocando hemorragias e outras complicações.

Vitrectomia com tecnologia 3D: A intervenção cirúrgica pode ser uma necessidade. Atualmente, podemos utilizar a tecnologia 3D para deixar o procedimento mais seguro e preciso.

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09 out 2018
dr camila retinologia

Dra. Camila Winckler participa do BH-Retina Summit

A Dra. Camila Winckler, médica especializada em retinologia, participou no último final de semana, do BH-Retina Summit, evento que reuniu centenas de especialistas do segmento posterior do olho.

O evento é um fórum avançado de discussões das doenças que afetam o fundo do olho, como Retinopatia Diabética, DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) e Buraco Macular, dentre outras patologias.

Segundo a médica, durante o evento foram apresentados e discutidos casos clínicos e os mais recentes avanços nos conhecimentos das patologias e novos tratamentos, que aliados à novas tecnologias no diagnóstico e cirurgias avançadas permitem ótimos resultados: “Foi um evento de alto nível, com médicos renomados compartilhando suas experiências e apresentando pesquisas e estudos atualizados, fomentando discussões profundas e produtivas”.

A Retina Curitiba é um centro avançado de tratamento das doenças do fundo do olho e reune tecnologia de ponta, tratamentos avançados, conhecimento na área e uma equipe altamente especializada em retinologia.

 

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14 set 2018
DIABETES SEM CONTROLE PODE CAUSAR CEGUEIRA

DIABETES SEM CONTROLE PODE CAUSAR CEGUEIRA

DIABETES SEM CONTROLE PODE CAUSAR CEGUEIRA

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem 12,5 milhões de brasileiros que convivem com a doença. O país ocupa o 3º lugar do mundo em casos de diabetes tipo 1 (quando a pessoa já nasce com diabetes).

A diabetes é uma doença crônica na qual o organismo não consegue produzir insulina ou não consegue utilizar adequadamente a insulina produzida. A insulina é um hormônio que ajuda o organismo a absorver a glicose, sua falta faz com que o nível de glicose presente na corrente sanguínea seja elevado, causando sérios problemas em todo o organismo.

A CEGUEIRA É UMA DAS PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES

Uma das principais complicações das diabetes é a RETINOPATIA DIABÉTICA (RD), maior causa de cegueira em pessoas jovens no MUNDO. Pesquisas indicam que uma em cada três pessoas com diabetes apresentam algum grau de retinopatia na visão. A evolução desse quadro pode significar perda permanente da capacidade visual.

A RETINOPATIA DIABÉTICA NÃO PROLIFERATIVA

A RD não proliferativa é o estágio inicial da diabetes nos olhos. Nessa fase, os microaneurismas, hemorragias e vasos sanguíneos obstruídos presentes na retina causam deficiência de suprimentos, oxigênio e nutrientes para as células responsáveis pela nossa visão. Com o tempo, a situação pode se agravar, afetando partes importantes da retina como a mácula, responsável pela visão central e percepção de cores e nitidez.

RETINOPATIA PROLIFERATIVA

Fase mais avançada da RETINOPATIA DIABÉTICA, é caracterizada pela formação de neovasos causados pela obstrução dos vasos sanguíneos, que impedem o fluxo de sangue nas áreas afetadas.

Os neovasos são frágeis e crescem de forma desordenada. Apesar de seu surgimento não apresentar sintomas aparentes, eles podem romper-se facilmente, causando hemorragias e até mesmo o descolamento da retina, uma condição muito grave, que pode causar cegueira.

Além disso, a retinopatia diabética pode causar hemorragia vítrea, edema macular e glaucoma neovascular.

06 set 2018
4 doenças graves que podem afetar sua retina curitiba

4 DOENÇAS GRAVES QUE PODEM ATINGIR SUA RETINA

4 DOENÇAS GRAVES QUE PODEM ATINGIR SUA RETINA

 

Responsável pela nossa visão, o fundo do olho é parte importante do nosso organismo. É esse o local onde as imagens são captadas e transformadas em impulsos elétricos que serão enviados para o nosso cérebro.

Geralmente, as doenças que afetam essa região são graves. Isso se deve às características peculiares do fundo do olho, como grande vascularização, células fotossensíveis que não se regeneram e presença de estruturas importantes como mácula e nervo óptico.

Listamos abaixo as 4 doenças mais graves que afetam a retina:

DESCOLAMENTO DE RETINA

Como o nome já diz, ocorre quando a retina é descolada de sua posição natural por causa de um trauma, por exemplo. Geralmente, os sintomas são flashes luminosos, perda abrupta da visão ou surgimento de manchas escuras. Trata-se de uma situação emergencial que deve ser tratada imediatamente, pois pode causar perda permanente da visão.

DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE

Com o avanço da idade, a Degeneração Macular Relacionada a Idade (DMRI) pode afetar a retina. Esse quadro consiste no acúmulo de materiais orgânicos no fundo olho, alterando sua estrutura normal e ocasionando o crescimento anormal de vasos sanguíneos e hemorragias, situação que pode causar perda da visão central.

RETINOPATIA DIABÉTICA

Quando não controlam de forma adequada o nível glicêmico no sangue, pacientes com diabetes podem desenvolver sérios problemas na visão. A Diabetes causa uma série de alterações metabólicas no organismo. Quando essas alterações atingem a retina, resultam em hemorragias que podem levar à perda da visão ou até mesmo ao descolamento da retina.

BURACO MACULAR

O Buraco macular é uma doença que atinge a mácula, situada no centro da retina. Sua principal característica é formar um buraco crescente que, ao longo do tempo, diminui a visão do paciente. O resultado é a perda da visão central, uma vez que a doença atinge o centro da retina.

Algumas dessas doenças são assintomáticas em suas fases iniciais, ou seja, quando acontece o diagnóstico, a visão pode estar seriamente prejudicada. Para evitar quadros mais graves dessas doenças, é importante visitar seu oftalmologista regularmente e realizar exames periódicos de visão.

15 ago 2018
MEMBRANA EPIRRRETINIANA curitiba

MEMBRANA EPIRRRETINIANA, O QUE É E COMO TRATAR

MEMBRANA EPIRRRETINIANA, O QUE É E COMO TRATAR

Conforme mencionado em outras publicações, a RETINA é uma das partes mais importantes em nossa visão. Ela está localizada no fundo olho e envolve um conjunto de células capazes de transformar luz em impulsos elétricos que serão decodificados pelo nosso cérebro.

Com o passar dos anos, a visão, assim como outras partes do nosso corpo, sofre com o desgaste natural do organismo e a possibilidade de doenças oculares aumenta. Uma das doenças oculares comuns em pessoas idosas é a MEMBRANA EPIRRETINIANA.

A doença é caracterizada pelo crescimento de uma fina camada de tecido fibroso por cima da MÁCULA, que é responsável pela nossa visão central e percepção de detalhes e cores, por exemplo. Quando esse tecido cobre a mácula, ocorre uma piora gradativa da visão.

Uma das possíveis causas para o surgimento da MEMBRANA EPIRRETINIANA é a força tracional exercida pelo vítreo, liquido gelatinoso que preenche nossos olhos. Com a idade, esse liquido fica mais rarefeito e com maior mobilidade dentro do olho, o que pode resultar em descolamento da retina ou excesso de tração na região macular.

A tração constante pode gerar microlesões, sobretudo na região da mácula, e desencadear um processo de cicatrização que leva ao crescimento da membrana na mácula.

“A membrana pode ser muito fina, a ponto de não gerar nenhum sintoma e nem ocasionar alteração na visão, mas se for mais espessa, a visão com certeza será afetada”, explica o Dr. João Guilherme O. de Moraes, oftalmologista especialista em retinologia.

 

Como é realizado o diagnóstico da MEMBRANA EPIRRETINIANA

 

A Dra. Camila Winckler, chefe do serviço de diagnóstico da Retina Curitiba, explica que o principal exame é o mapeamento de retina, que avalia as estruturas do fundo de olho. Para aumentar a precisão do diagnóstico, pode ser necessária a realização de ANGIOGRAFIA COM FLUORESCEÍNA e do avançado exame de TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA (OCT).

A partir da análise dos resultados, será possível definir se é necessária intervenção cirúrgica.

 

Qual o tratamento da MEMBRANA EPIRRETINIANA

 

O principal tratamento para a doença é a cirurgia de VITRECTOMIA, que irá remover a membrana da mácula, melhorando a visão do paciente. Atualmente utilizamos a tecnologia 3D nas cirurgias de retina, o que ajuda a realizar o procedimento com mais precisão e segurança.

 

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14 ago 2018

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista a enorme repercussão na comunidade médica a partir da veiculação de matéria no Jornal Nacional do dia 08/08/2018, a respeito do tratamento da DMRI com base em células-tronco, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, envolvida na referida matéria, vem a público se manifestar através de presente nota:

 

“Os estudos com células-tronco para tratamento de doenças da retina foram concluídos e não estão incluindo novos pacientes. Não há previsão para início das próximas fases das pesquisas. Apesar de animadores, os resultados apresentados não permitem o uso de células-tronco como tratamento. As notícias serão atualizadas no site do www.hcrp.usp.br e www.ribeirao.usp.br

 

A Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV), surpresa com o conteúdo da matéria, registra é preciso ter cuidado com a divulgação de informações que possam causar insegurança na população e induzir pacientes em processo de tratamento a buscarem soluções não validadas e reconhecidas cientificamente.

Nesse passo, a SBRV informa que irá acompanhar o desenrolar do tema e espera contar com a colaboração e o bom senso de todos os envolvidos na área da retina e vítreo, a fim de evitar a divulgação de informações que possam causar insegurança na população e prejudicar os tratamentos de doenças retinianas atualmente reconhecidos e recomendáveis pela literatura médica.

Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo

Magno Antonio Ferreira

Presidente da SBRV

02 ago 2018
PESSOAS COM MIOPIA TEM MAIOR PROBABILIDADE DE DESENVOLVER ALGUMAS DOENÇAS DA RETINA

PESSOAS COM MIOPIA TEM MAIOR PROBABILIDADE DE DESENVOLVER ALGUMAS DOENÇAS DA RETINA

PESSOAS COM MIOPIA TEM MAIOR PROBABILIDADE DE DESENVOLVER ALGUMAS DOENÇAS DA RETINA

 

A MIOPIA é caracterizada pela dificuldade de enxergar objetos distantes. Isso acontece porque a luz refratada no fundo do olho não atinge o ponto ideal e a imagem é focada antes da retina, ficando embaçada para foco mais distante. A correção geralmente é feita com óculos, lentes ou cirurgia refrativa.

Uma das características do olho míope é seu tamanho fora do padrão. Dependendo do grau de refração, o olho é mais alongado, o que justifica a condição do foco alterado. Esse tamanho influencia em alguns aspectos importantes na anatomia ocular. Com um globo ocular maior, a retina (fundo do olho) pode ser mais fina e ficar suscetível a outras doenças oculares.

A IMPORTÂNCIA DA RETINA

O olho é um órgão muito complexo e eficiente e pode ser dividido em duas partes principais, segmento anterior (córnea, esclera, cristalino, íris e humor aquoso) cristalino) e segmento posterior (coroide, membrana de Bruch, humor vítreo, retina, mácula e nervo óptico).

A retina está localizada no FUNDO DO OLHO, região responsável por captar a luz que entra e transformar em sinais elétricos que serão enviados para o cérebro decodificar. Quando a retina é afetada, a visão corre sérios riscos, pois as células especializadas do fundo do olho são sensíveis e não se regeneram. Uma vez afetadas por alguma doença, as células da retina dificilmente retomam sua condição original. Portanto, toda doença que atinge a retina pode prejudicar a visão de forma permanente, causando até mesmo cegueira.

RUPTURA DA RETINA

As rupturas ou buracos retinianos são pequenos rasgos que ocorrem na região periférica da retina. Podem ocorrer pelo deslocamento do vítreo (líquido que preenche o olho). Quando o vítreo se separa da retina, ele exerce uma tração, provocando seu rompimento.

Os principais sintomas desse quadro são flashes de luz, manchas escuras súbitas e moscas volantes (pequenas manchas que se movem). As roturas da retina não tratadas podem evoluir para um descolamento de retina.

DESCOLAMENTO DE RETINA

O descolamento de retina é uma condição que pode atingir com maior prevalência pessoas com graus elevados de miopia, que possuem retina mais fina e sensível. Quando corre o descolamento de retina, a retina se desprende do fundo do olho, rompendo vasos sanguíneos. Se não tratado rapidamente, pode causar perda permanente da visão.

Muitas vezes, o descolamento da retina pode ser causado por traumas como batida brusca ou queda, por exemplo.

DEGENERAÇAO MIÓPICA

Devido ao alongamento do olho míope, a retina pode sofrer um afilamento progressivo, resultando em atrofia, principalmente da região da mácula, responsável pela visão central, percepção de detalhes e cores. Além disso, é comum pacientes apresentarem membranas neovasculares ou hemorragias na região macular.

DEGENERAÇÃO PERIFÉRICA DA RETINA

A tração exercida pelo humor vítreo associada a uma retina mais fina pode causar sua degeneração, quadro que precisa ser observado para não se tornar um descolamento de retina. Como a degeneração nesse caso atinge a parte periférica da retina, num primeiro momento a visão não será prejudicada, porém, isso pode ocorrer se evoluir para algo mais grave.

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24 jul 2018
fator VEGF curitiba tratamento DMRI

O que é o fator VEGF e qual a sua importância para o tratamento da DMRI

Uma das principais inovações na oftalmologia, principalmente nos tratamentos de doenças da retina, foram as medicações ANTI-VEGF, que agem para combater doenças como Degeneração Relacionada à idade (DMRI), Retinopatia Diabética e oclusões venosas, dentre outras.

A sigla VEGF – do inglês Vascular endothelial growth fatorsignifica FATOR DE CRESCIMENTO ENDOTELIAL VASCULAR e tem uma grande importância para nosso organismo desde a gestação. O mecanismo VEGF promove a ANGIOGENESE (crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos já existentes), processo que além de ser importante durante toda a vida, é necessário para o desenvolvimento do feto.

Esse mecanismo no qual novos vasos se formam depende de vários fatores, como hormônios, proteínas e ações metabólicas dentre outros. Somados, esses elementos resultam no crescimento dos vasos. Na vida adulta, o VEGF atua, por exemplo, na regeneração de músculos e tecidos que por algum motivo foram danificados.

Porém, os estudos sobre VEGF são concentrados nas doenças cancerígenas. Foi identificado que os tumores crescem de forma acelerada e desordenada por meio do mecanismo VEGF que, ao promover o crescimento de novos vasos, ajuda na proliferação do câncer.

Iniciaram-se, portanto, diversas pesquisas para a criação de medicações capazes de interromper o processo do crescimento dos vasos sanguíneos ou VEGF. Foram criados, então, medicamentos chamados de ANTI-VEGF, que atuam impedindo o crescimento de novos vasos e, consequentemente, o aumento do tamanho do tumor.

Doenças da retina como a DMRI agridem o tecido retiniano, fazendo com que o organismo passe a promover a ANGIOGENESE para recuperar os vasos sanguíneos afetados pela doença. No entanto, esse processo prejudica ainda mais a retina, uma vez que cria desequilíbrio e surgimento de novos vasos, mais fracos e finos que, ao se romperem, provocam hemorragias.

Para conter esse processo e impedir o avanço das doenças da retina, cientistas, pesquisadores e médicos oftalmologistas começaram a testar medicamentos ANTI-VEGF na retina e tiveram sucesso. Eles conseguiram impedir o crescimento de novos vasos sanguíneos no fundo do olho, interrompendo o progresso de doenças como a Degeneração Macular relacionada à Idade do tipo exsudativa, a mais agressiva.

Foram realizados então, milhares de novos estudos até que os medicamentos fossem aprovados e chegassem até as clinicas especializadas em retina. Hoje o tratamento com INJEÇÃO INTRAVÍTREA ANTI-VEGF é uma realidade e tem ajudado milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive no Brasil.

08 jul 2018
cirurgia da retina em curitiba2

A RETINOPATIA DIABÉTICA PODERÁ SER DIAGNOSTICADA COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A RETINOPATIA DIABÉTICA PODERÁ SER DIAGNOSTICADA COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A Diabetes é uma das doenças que mais crescem no mundo. Segundo dados do MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS), nos últimos dez anos, o número de casos no Brasil cresceu mais de 60%. Além de causar várias complicações no organismo, a doença também afeta a visão com a RETINOPATIA DIABÉTICA, que é considera a maior causa de cegueira em pessoas jovens no mundo.

O Dr. João Guilherme Oliveira de Moraes explica que a falta de controle da diabetes pode desencadear o surgimento da RETINOPATIA OCULAR, quadro que precisa ser tratado rapidamente para evitar maiores consequências para a visão.

No entanto, somente 50% dos pacientes recebem atendimento oftalmológico adequado para o diagnóstico da RETINOPATIA DIABÉTICA. Como a doença em seus estágios iniciais é silenciosa, ou seja, não apresenta sintomas, os pacientes só percebem que algo está errado quando a visão já está afetada.

Uma nova tecnologia está sendo desenvolvida e poderá permitir que no futuro o diagnóstico da RETINOPATIA DIABÉTICA seja feito com uso de inteligência artificial.

Como em muitas localidades existe escassez de oftalmologistas especializados em Retina e Vítreo, um exame automatizado faria toda a diferença. Regiões carentes e remotas poderiam ter acesso a este tipo de tecnologia, permitindo o diagnóstico da Retinopatia Diabética e dessa forma, reduzindo o número de casos de cegueira.

O software com Inteligência Artificial será capaz de analisar imagens de fundo de olho e identificar padrões para formar um diagnóstico. A expectativa é de que com o tempo, o sistema se torne mais preciso e confiável.

É evidente que este tipo de solução não estará disponível do dia para noite e levará ainda um tempo até que isso seja uma realidade para a população em geral, mas este tipo de avanço é muito importante para a medicina.

Conforme o Dr. João Guilherme Oliveira de Moraes enfatiza, até pouco tempo atrás a ideia de usar tecnologia 3D para cirurgias da retina não estava disponível no Brasil. Hoje já é uma realidade e muitos pacientes já se beneficiam da tecnologia.

 

https://retinaroundup.com/2018/06/08/artificial-intelligence-for-automated-detection-of-diabetic-retinopathy/

17 maio 2018
buraco macular cirurgia retina em curitiba

Buraco de mácula e os riscos para sua visão – cirurgia da retina em Curitiba

Buraco de mácula e os riscos para sua visão – cirurgia da retina em Curitiba

Localizada na região central do fundo do olho, a mácula é uma parte muito importante da retina, onde existe uma grande concentração de células fotorreceptoras. A mácula é responsável pela percepção dos detalhes, das cores e pela visão central.

O buraco macular se caracteriza como uma pequena falha na região, situação que prejudica muito a visão do paciente e pode causar a perda da visão central. Comum em pessoas com mais de 60 anos, o buraco macular acontece graças a uma alteração no vítreo (gel que preenche o olho), que se desprende da retina e causando uma tração que influencia no surgimento do bcirurgia da retina buraco macular Curitiba.

buraco macular e os perigos para sua visão

Porém, em alguns casos a mácula pode sofrer algum inchaço devido a doenças oculares, lesões da retina ou trauma.

Os sintomas do Buraco Macular

Nem sempre a doença apresenta sintomas claros. Inicialmente a visão central fica um pouco distorcida, é como olhar através de um vidro embaçado. Com o avanço da doença, a perda da visão central fica mais evidente e uma mancha escura aparece no centro da visão.

Um dos exames utilizados para identificar o BURACO MACULAR é a TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA, capaz de registrar de forma muito clara detalhes como o tamanho do buraco macular.

NO DETALHE IMAGENS DO EXAME OCT QUE PERMITE A VISUALIZAÇÃO COM PRECISÃO DO BURACO MACULAR.
NO DETALHE IMAGENS DO EXAME OCT QUE PERMITE A VISUALIZAÇÃO COM PRECISÃO DO BURACO MACULAR.

Como é o tratamento do buraco macular

Para determinar o grau do buraco macular, suas causas e possíveis tratamentos, é importante que o diagnóstico seja realizado de forma precisa. Em casos mais avançados pode ser necessária a realização de cirurgia de Vitrectomia.

A cirurgia consiste na introdução de um gás especial dentro do olho, visando reduzir a tração que a mácula está sofrendo. Com esse tratamento pode ocorrer a cicatrização do buraco macular ou a redução do seu tamanho, o que impede seu avanço e em alguns casos recupera parte da visão do paciente.

Com o uso da TECNOLOGIA 3D PARA CIRURGIAS DA RETINA, o procedimento ficou mais seguro e preciso para os pacientes.