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A terapia desenvolvida para cessar o crescimento de NEOVASOS sob a retina, é denominado ANTI-VEGF (anti-angiogênicos) porque o VEGF A é o fator de crescimento dos NEOVASOS, o grupo de medicamentos que faz esse bloqueio chamam-se RANIBIZUMABE que é um fragmento de anticorpo humanizado recombinante que neutraliza o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF A).

A Injeção intra vítrea representa o maior avanço nas técnicas para tratamento de doenças da retina
A Injeção intra vítrea representa o maior avanço nas técnicas para tratamento de doenças da retina

O termo Membrana Neovascular Subretiniana (MNSR) denota o crescimento de neovasos sob a retina neural.

A retina é responsável por levar a imagem capitada pelos “olhos” para nosso cérebro, é uma das partes mais importantes do olho, pois é por meio da retina que a luz é transformada em sinais elétricos que posteriormente é interpretado pelo cérebro e assim a imagem é formada, tudo isso acontece em frações de segundo, a todo momento a retina esta “trabalhando” para possibilitar a visão.

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Acontece que determinadas doenças como a DMRI (Degeneração Macular Relacionada a Idade) e Retinopatia diabética ocasionam o crescimento de NEOVASOS, que são comuns em processos inflamatórios, porém esses NEOVASOS podem crescer muito próximos a retina e por isso são responsáveis por reduzir a capacidade de visão do individuo ou causar a cegueira.

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DMRI

Atualmente a MNSR é reconhecida como um processo patológico inflamatório comum a mais de 40 doenças maculares, no qual vasos sanguíneos neoformados crescem sob a retina provocando exsudação, vazamento de sangue e cicatrização.

No entanto, nos últimos anos, foram desenvolvidas terapias ANTI-VEGF (Fator de Crescimento Endotelial Vascular), capaz de bloquear o crescimento dos NEOVASOS que levam a progressão da DMRI, assim como a perda da visão.

Foram feitos vários e importantes estudos sobre a terapia medicamentosa ANTI-VEGF por importantes universidades e institutos.

Segundo o Dr. João Guilherme de Moraes a terapia desenvolvida para cessar o crescimento de NEOVASOS sob a retina, é denominado ANTI-VEGF (anti-angiogênicos) porque o VEGF A é o fator de crescimento dos NEOVASOS, o grupo de medicamentos que faz esse bloqueio chamam-se RANIBIZUMABE que é um fragmento de anticorpo humanizado recombinante que neutraliza o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF A).

O medicamento RANIBIZUMABE liga-se a todas as formas biologicamente ativas conhecidas de VEGF A e neutraliza suas atividades, o VEGF (angiogênicos) desempenha um importante papel no desenvolvimento de neovascularização e vazamento vascular, observados na Degeneração Macular Exsudativa (úmida) relacionada a idade (DMRI). Além disso o VEGF tem um papel de destaque em outras doenças oculares, como retinopatia diabética, oclusão da veia retiniana e neovascularização da Iris.

Os estudos realizados comprovaram que o medicamento é eficaz para conter o avanço da NEOVASCULARIZAÇÃO e demonstrou melhorar a acuidade visual de pacientes que já tinham perdido parte da visão.

Degeneração macular relacionada a idade

Os estudos foram realizados e publicados em importantes revistas cientificas, o número de pacientes que se submeteram aos testes foram mais de 5 mil pessoas, e isso somente na fase de estudos, após a comprovação e a liberação do tratamento outros milhares de pacientes se beneficiaram do tratamento com os medicamentos que bloqueiam o avanço do anti-angiogênicos VEGF. Os resultados foram positivos em mais de 95% dos pacientes tratados por isso o tratamento é altamente recomendável para os pacientes portadores da DMRI úmida.

Devido a eficácia comprovada do tratamento da DMRI com ANTI-VEGF  (anti-angiogênicos) a ANS (Agência Nacional de Saúde) determinou que a cobertura do procedimento pelos convênios é obrigatória, essa determinação garantiu que milhares de pessoas possam ser tratadas e ter a visão recuperada.

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O tratamento consiste na aplicação do medicamento diretamente no olho afetado, é um procedimento cirúrgico com anestesia local, o paciente é liberado logo após o atendimento, precisando de um acompanhante apenas. Em poucos dias o paciente já esta liberado para suas atividades normais, na maioria dos casos é necessário mais de uma aplicação do medicamento, a quantidade de vezes que é aplicado o medicamento varia de pessoa para pessoa, e a cobertura assegura esse direito, de receber o tratamento até a melhora da acuidade visual. Alguns estudos relatam que o tratamento continuado durante 2 anos tiveram melhores resultados.

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