A DMRI é a maior causa de cegueira legal após 65 anos de idade. Esta doença é classificada de duas formas: a seca e a úmida. A forma seca não possui tratamento existente. Embora a forma úmida, ou exsudativa, corresponda a apenas 10% das ocorrências, é responsável por 90% dos casos de cegueira pela DMRI.

Porém a doença possui tratamento eficiente com aplicação de medicamentos no olho, drogas como Lucentis, Avastin e a Eylea – Bayer, desde 2011 o medicamento está aprovado no FDA e no Brasil foi aprovado pela Anvisa.

A Eylea age bloqueando o VEGF e a Placenta GrowthFactor (PlGF), ambos fatores contribuem para o crescimento anormal dos vasos sanguíneos, que caracteriza o avanço da DMRI no olho do paciente.

Outra aplicação do medicamento Eylea é o tratamento de Edema Macular secundário a oclusão da veia retiniana. A abordagem terapêutica recomendada é iniciar o tratamento com injeções mensais até a acuidade visual máxima ser atingida e/ou não serem identificados quaisquer sinais de atividade da doença.