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21 dez 2014

Degeneração Macular Relacionada a Idade vídeo

A Degeneração Macular Relacionada a Idade atinge milhões de pessoas no Brasil e no Mundo, cerca de 100 mil novos casos são diagnosticados no Brasil por ano, estima-se que cerca de 4 milhões de brasileiros tenham a DMRI, que pode levar a cegueira ou prejudicar muito a visão.

Visando esclarecer melhor sobre os tipos de DMRI e como essa atua em nosso organismo, estamos dispondo alguns vídeos explicativos.

Abaixo o vídeo referente a Degeneração Macular Relacionada a Idade do tipo SECA.


 

14 dez 2014
degeneração macular relacionada a idade

Degeneração Macular Relacionada à Idade

Degeneração Macular Relacionada à Idade

DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) é uma doença que atinge a parte central da retina, que é responsável pela nitidez da visão, essa região é conhecida como mácula.

Visão com DMRI:

 

A degeneração macular é uma doença degenerativa, ou seja, ela degrada a região afetada levando a perda da visão do paciente.

Pessoas com mais de 50 anos de idade e de pele clara tem mais propensão a ter a Degeneração Macular.

A DMRI se apresenta de duas formas

DMRI – SECA

A Degeneração Macular na sua forma SECA é uma forma mais branda da doença, que é caracterizada por acúmulo de drusas atrás da mácula, as drusas são pequenos depósitos amarelados que aumentam de tamanho e em quantidade, podendo danificar as células na retina, produzindo distorções na visão. Geralmente os efeitos da distorção da visão acontece na parte central e são mais aparentes quando se lê, os casos de DMRI SECA não causam perda da visão no paciente, embora comprometam a visão central.

 

 

DMRI – EXSUDATIVA (úmida)

Essa forma da doença émais grave e agressiva, de 10% a 15% dos pacientes com DMRI SECA podem evoluir para a DMRI úmida, que é caracterizada pelo crescimento anormal dos vasos sanguíneos, conhecido como angiogênese ou neovascularização, ocasionalmente causa vazamento de sangue e fluido, que podem lesionar a mácula e/ou a retina. Produzindo perda rápida e permanente da visão central, num período curto de meses. Um sintoma precoce da DMRI úmida são linhas retas parecerem onduladas.

 

Devido ao aumento da expectativa de vida das pessoas existe a tendência de haver mais casos de Degeneração Macular Relacionada à Idade. Por isso a preocupação com a doença é cada vez maior, segundo a OMS no Brasil cerca de 100 mil novos casos de DMRI se desenvolvem a cada ano, sendo considerado a maior causa de cegueira à partir dos 60 anos de idade.

O que causa da DMRI?

Alguns estudos indicam que o fator genético é significativo para o surgimento da doença, porem sua causa real ainda é desconhecida, outros estudos indicam que fatores demográficos também podem influenciar no aparecimento da Degeneração Relacionada a Idade, pessoas de cor branca, com excesso de gordura corporal e fumantes tem maior propensão a desenvolver a doença, por isso certos cuidados com a qualidade de vida são importantes, para prevenir diversos tipos de doenças.

Tratamento da DMRI

Os tratamentos para DMRI são direcionados para sua forma úmida, no qual o crescimento anormal de vasos provocam a perda da visão central. Os tratamentos são direcionados para interromper esse crescimento anormal dos vasos e assim impedir a perda da visão do paciente.

Existem vários tipos de tratamentos para DMRI esxudativa, na sua maioria medicamentos aplicados diretamente no olho.

Em vários países foram realizados milhares de estudos científicos que comprovam a eficácia dos métodos de tratamento com antiangiogênicos, medicamentos que impedem o crescimento anormal dos vasos sanguíneos nos pacientes com DMRI esxudativa.

As medicações conhecidas e amplamente usadas são:

Ranibizumabe (Lucentis) – essa medicação interfere com uma pequena proteína conhecida como fator de crescimento endotelial (VEGF). Esse fator de crescimento estimula a angiogenese que ocorre na DMRI úmida. Estudos clínicos demonstram que 95% dos pacientes que foram tratados com a medicação mantiveram a visão, e aqueles que permaneceram por mais tempo com o tratamento tiveram melhora da acuidade visual.

Pegaptanib (Macugen) – o pegaptanib, é um aptâmero. Um aptâmero é uma cadeia simples de

moléculas chamadas nucleótidos que se liga facilmente a uma molécula específica do corpo. O

pegaptanib foi concebido para se ligar a uma proteína chamada fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e bloqueá-la.

 

Dexametasona Ozurdex – Recentemente foi aprovado o sistema de liberação crônica denominado de Ozurdex® para o tratamento de oclusão de ramo venoso e oclusão de veia central da retina. Tal sistema consiste na introdução através um injetor, posicionado no “pars plana” do paciente. O polímero contendo dexametasona é injetado na cavidade vítrea.

 

23 nov 2014

Degeneração Macular Relacionada à idade

No Brasil cerca de 3 milhões de pessoas já possuem a doença que causa perda da visão central, segundo dados da OMS a doença atinge 10% da população entre 65 e 74 anos e à partir dos 74 anos o índice chega à 25%, em números equivale a dizer que em 2020 o número de pessoas com DMRI será 50% maior do que hoje cerca de 6 milhões de pessoas.

Veja vídeo de como é a DMRI:


A Degeneração Macular Relacionada à idade é uma condição clinica que acomete pessoas com idade acima de 65 anos, sua principal característica é a perda da visão central, que reduz significativamente a qualidade de vida desses pacientes, impedindo-os de realizar simples tarefas do dia-a-dia.

A DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) tem duas formas a SECA e a ÚMIDA,

A do tipo SECA também chamada de Atrófica se caracteriza pelo acumulo de Drusas por trás da retina, as drusas são uma massa globular, geralmente composto oxalato de cálcio. O Acumulo das Drusas atrás da retina pode ocasionar o Descolamento da Retina uma condição grave que pode levar a perda da visão e é necessário procedimento cirúrgico para cessar o descolamento, recolocando o tecido no lugar novamente. como a retina é um tecido altamente vascularizado e sensível, os danos ocasionados pelo descolamento da retina podem ser irreversíveis.

veja no vídeo abaixo como é a DMRI SECA

 

A DRMI do tipo úmida ou Exsudativa tem como característica o acúmulo de Drusas por trás da retina e a formação de vasos sanguíneos irregulares que também causam o descolamento de retina e afetam a mácula, prejudicando assim a visão central, somente 10% dos pacientes que tem DRMI desenvolve a forma úmida que também é a mais agressiva.

A DMRI do tipo úmida possui tratamento, um dos mais eficazes é a aplicação de injeção intra-vítrea com medicação que interrompe o crescimento dos vasos sanguíneos e em muitos casos auxilia na melhora da visão.

A Injeção intra-vitrea é um procedimento simples e indolor para o paciente, que exige técnica e habilidade do oftalmologista especialista em retina, a medicação aplicada tem como principio ativo os Antiogênicos que são capazes de retardar e cessar o processo de crescimento dos vasos irregulares, marcas conhecidas como Avastin, Lucentis, Triancinolona e Ozurdex vem sendo utilizadas com sucesso em milhares de casos pelo mundo.  No Brasil esses medicamentos já estão liberados pela ANVISA (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) e também autorizados pela ANS (Agência Nacional de Saúde) que tem uma portaria que obriga os convênios a cobrirem o uso da medicação.

O Dr. João Guilherme de Moraes CRM 16712 representa o Instituto Retina Curitiba Centro de Tratamento especializado em doenças do fundo do olho, já atendeu milhares de pacientes e tem especialização nos principais centros de referência do Brasil, EUA e Europa.  Segundo ele os tratamentos para doenças do fundo do olho vem a cada ano tornando-se mais eficazes e seguros e sua equipe esta em constante aprimoramento para trazer as mais modernas e avançadas técnicas existentes.

02 nov 2014

Degeneração Macular pode levar a cegueira, mas tem tratamento

A expectativa de vida no Brasil vem aumentando gradativamente e, com o avanço da idade, os cuidados com a saúde não podem ser negligenciados. Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) no país, a população de 60 a 69 anos já ultrapassa 11 milhões de indivíduos. Quando o assunto são doenças relacionadas à idade, muito se ouve falar sobre câncer de próstata, osteoporose, mal de Alzheimer, entre outras. Todas bastante conhecidas, no entanto, o que muita gente não sabe é que, a partir dos 55 anos, os riscos de perda da visão são cada vez maiores.

Quando se fala em saúde ocular na terceira idade, a doença mais comum, responsável por perda da visão irreversível, porém muito pouco conhecida é a degeneração macular relacionada à idade (DMRI). A enfermidade atinge entre 25 e 30 milhões de pessoas em todo o mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A DMRI é uma doença degenerativa da área central da retina, conhecida como mácula, que acarreta em perda progressiva da visão central, que é aquela responsável pelo foco e nitidez de tudo que enxergamos. A prevalência de cegueira é de 8,7% entre as pessoas acometidas pela doença. No Brasil, o cenário é preocupante, pois cerca de 80% dos brasileiros nunca ouviu falar sobre o problema, releva pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV).

Segundo o Dr. João Guilherme de Moraes, médico especialista em Retina e fundador do Centro de Tratamento especializado Retina Curitiba, a doença tem tratamento e é possível conviver com ela, sobretudo se o diagnóstico for precoce, por isso ele recomenda que o individuo faça acompanhamento com especialista em retina à partir dos 55 anos de idade.

O Dr. João Guilherme explica que existem diversos tipos de tratamentos, muitos deles com aplicação de medicamento direto no globo ocular, conhecido como injeção intra-vítrea, este tipo de tratamento tem se mostrado muito eficaz a todo ano os laboratórios lançam novos medicamentos mais eficazes para o controle da DMRI (Degeneração Macular Relacionada a Idade).

A Dra. Camila Winckler que também atende no Centro Retina Curitiba relata que com o tratamento é possível evitar o avanço da doença e muitos pacientes relatam a melhora da visão.

Como a doença impacta na visão central do paciente ela impacta diretamente nos afazeres diário das pessoas, impedindo-as de ler, escrever, reconhecer pessoas, dirigir e outras tarefas, tudo isso influencia na qualidade de vida dos pacientes e torna o tratamento fundamental para recuperar essa qualidade.

DMRI: mais comum do que se imagina

Ela não é popular para o público em geral, mas para os médicos a DMRI é uma patologia comum e cada vez mais constante nos consultórios. Existem dois tipos de DMRI, a seca ou atrófica é a forma mais comum e mais leve da doença. Neste caso, drusas (depósitos originados do metabolismo celular) localizadas na região macular levam a uma atrofia da região, culminando com a perda da visão. Este processo ocorre pelo envelhecimento celular e sua evolução é mais lenta.

Já a forma úmida ou exsudativa é mais grave por se desenvolver rapidamente. Nela, novos vasos sanguíneos que se formam sob a retina, em uma região chamada de coroide, crescem penetrando a retina e destruindo a arquitetura da região macular. Além disto, estes novos vasos se rompem facilmente, promovendo assim a liberação de sangue e fluidos, tóxicos às células da retina. O resultado é a perda rápida e irreversível da visão, caso o tratamento não seja instituído precocemente. Dados da SBRV apontam que a DMRI atinge 10% da população acima de 65 anos de idade. Destes, embora apenas 10% desenvolvem a forma úmida ou exsudativa, eles são responsáveis por quase 90% dos casos de cegueira relacionados à DMRI. O surgimento da doença está ligado a aspectos genéticos, metabolismo e fatores ambientais.

Tratamento

Atualmente não há nenhum tratamento cientificamente comprovado para a forma seca da DMRI. Complexos vitamínicos específicos podem ser empregados em alguns casos como forma de proteção às células da retina. A DRMI úmida, apesar de sua maior gravidade, tem tratamento e o paciente pode seguir uma vida tranquila. Entre os tratamentos disponíveis está o aflibercepte, um antiangiogênico aplicado através de uma injeção intravítrea e que inibe a formação e o aumento de novos vasos sanguíneos, proporcionando a redução de fluído e sangramentos e desta forma, melhorando a visão do paciente. Vale lembrar que, por ser uma doença degenerativa, não existe cura definitiva e o tratamento deve ser contínuo.

Além do tratamento medicamentoso, uma dieta balanceada é uma forte aliada da saúde ocular em pessoas com DMRI. Para esses casos, vale a adoção de uma alimentação rica em vegetais amarelos, alaranjados, vermelhos e verdes, como: laranja, mamão, pêssego, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, ervilha, milho e rúcula, brócolis dentre outros, além de verduras de folha verde escura, como couve, espinafre e escarola

26 ago 2014
descolamento retina curitiba

descolamento de retina

A retina é uma membrana fina, delicada e flexível, que cobre a superfície interna da parte posterior do olho. É na retina que estão localizados os receptores fotossensíveis responsáveis pela visão.

retina curitiba descolamento

Uma das características da retina é que ela não possui nenhum elemento especifico que a fixe ao globo ocular, quem faz essa fixação por “pressão” é o vítreo, uma substancia gelatinosa e transparente, que mantém a retina na posição adequada com os vasos  sanguíneos que nutrem a retina.

retina curitiba olho

A Descolamento da retina é quando acontece uma separação dessa membrana do seu local adequado, essa separação interrompe o fluxo de nutrientes fornecidos pelos vasos sanguíneos que irrigam a retina, assim em pouco tempo a retina começa a se degenerar devido a falta de nutrientes, como a retina possui as células fotossensíveis a visão é diretamente afetada, por isso o descolamento de retina é grave e precisa ser tratado imediatamente.

Exames:

Cirurgia de descolamento de retina

06 jul 2014
retinacuritiba convenios2

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06 jul 2014
retinacuritiba cirurgias

Lucentis, Avastin, Macugen tratamento ANTI-VEGF

A injeção intra vítrea é atualmente uma das técnicas mais utilizadas e eficazes para o tratamento de diversas doenças vítreo retinianas.

O tratamento consiste na aplicação de medicamentos dentro do olho do paciente, esse procedimento aumenta as chances de sucesso e melhora na visão.

O procedimento é realizado em centro cirúrgico, com o paciente sob anestesia local ou tópica, através de colírios anestésicos.

Medicamentos ANTI-VEGF

O uso dos medicamentos ANTI-VEGF como AVASTIN, LUCENTIS E MACUGEN revolucionou a oftalmologia nos últimos anos, esses medicamentos tem como principal característica bloquear o fator de crescimento endotelial vascular A, o endotélio é a camada interna dos vasos sanguíneos, algumas doenças da retina como degeneração macular são caracterizadas por um crescimento de vasos sanguineos anormais, esses vasos comprometem a parte mais nobre da visão a RETINA que é responsável pela VISÃO fazendo com que os pacientes percam rapidamente a capacidade de enxergar. Os medicamentos ANTI-VEGF bloqueiam o crescimento desses vasos sanguineos anormais, estagnando a evolução da doença e em muitos casos melhorando a visão do paciente.

Outros tipos de doenças também são tratadas de forma eficaz por esses medicamentos como:

-membrana neovascular sub-retiniana (vasos sanguíneos anormais que crescem sob a retina);

-neovascularização intra-ocular (vasos sanguíneos anormais que crescem sobre a retina, disco óptico, íris, ângulo da câmara anterior) e

-edema macular (inchaço na área central da retina, a mácula).

Recentemente devido ao sucesso da terapia com medicamento ANTI-VEGF a ANS publicou uma portaria que obriga os planos de saúde a cobrirem tratamento com essas medicações, permitindo o acesso a este tratamento para milhões de brasileiros.

O tratamento

Após exames e avaliação com um oftalmologista especialista em retina (Retinólogo) será verificado qual a melhor forma de tratamento para o paciente, qual a medicação mais indicada, entre outros fatores.

O tratamento é realizado em centro cirúrgico, para que o paciente tenha a disposição todos os recursos necessários para o sucesso do procedimento.

É aplicado um colírio anestésico e quando o olho do paciente estiver pronto a medicação é aplicada diretamente no fundo do olho, com o medicamento agindo exatamente no local onde esta a doença as chances de melhora são muito altas, milhares de estudos em importantes instituições comprovam a eficácia da técnica e dos medicamentos utilizados.

Esses estudos indicam que além de frear o avanço da doença muitos pacientes conseguem melhorar a acuidade visual.

Centro de tratamento avançado Retina Curitiba

A Retina Curitiba é um centro especializado em retina que atua dentro da Oftalmoclinica, no qual dispõe de equipamentos de ultima geração para exames e cirurgias, com um centro cirúrgico completo e uma estrutura de qualidade para atender de forma integral os pacientes.

08 jun 2014

Dr João Guilherme de Moraes está nos USA fazendo treinamento de novo tratamento (Ozurdex) na Universidade Califórnia (Irvine Health) no Gavin Herbert Eye Institute.

Buscando o constante aprimoramento e tratamentos avançados para melhorar a saúde dos seus pacientes o Dr. João Guilherme de Moraes esta participando de um treinamento exclusivo para o uso do medicamento Ozurdex, trata-se de uma nova forma de tratar doenças do fundo do olho, em vez da aplicação direta do medicamento no olho do paciente, o ozurdex é implantando dentro do olho e passa a liberar a medicação de forma continua, sendo um tratamento de longo prazo, com eficácia e segurança aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A medicação só estava disponível para pacientes dos Estados Unidos mas com a aprovação da ANVISA muitas pessoas poderão ter acesso ao eficaz medicamento Ozurdex.

Dr. João Guilherme de Moraes em frente ao Instituto Gavin Herbet Eye
Dr. João Guilherme de Moraes em frente ao Instituto Gavin Herbet Eye

O Dr. João Guilherme de Moraes é um dos primeiros médicos a receber esta treinamento avançado, no renomado instituto Gavin Herbert Eye da Universidade da Califórnia, o instituto é mundialmente conhecido por suas pesquisas avançadas para tratamento de doenças oftalmológicas, possui cursos de especialização, formação e pesquisa com foco em saúde ocular.

Um dos principais Institutos de pesquisa, formação e tratamento de doenças oftalmológicas do Mundo.
Um dos principais Institutos de pesquisa, formação e tratamento de doenças oftalmológicas do Mundo.

Com esta formação especial o Dr. João Guilherme de Moraes é um dos poucos médicos a receber o treinamento exclusivo da equipe que desenvolveu a nova tecnologia, que tem trazido resultados excelente para pacientes dos EUA e Europa.

Doenças como DMRI, Edema da Retina, Isquemia da Retina podem ser tratadas com mais eficácia e resultados melhores para os pacientes.

O mais importante segundo o Dr. João Guilherme de Moraes é ter mais uma opção de tratamento para os pacientes, assim podemos oferecer mais possibilidades aos nossos pacientes, de acordo com sua necessidade, cada caso é avaliado e temos disponíveis muitas opções de tratamento, isso é um conforto a mais para nossos pacientes, garantindo o que há de mais moderno e atual na medicina.

 

18 maio 2014

Injeção intra-vitrea de medicamentos anti-VEGF – dr. João Guilherme de Moraes

A expectativa de vida da população aumenta ano a ano, segundo estudos da OMS entre 1990 e 2012 o aumento da média de vida mundial foi de 6 anos, embora os dados sejam animadores trazem consigo muitos desafios no que tange a saúde das pessoas. Dentro deste contexto podemos citar as doenças relacionadas a visão, chegar aos 70,80,90 anos ou mais, tem suas implicações, todos queremos chegar nessa fase da vida desfrutando de uma boa saúde e isso inclui nossa visão, isso porque 80% de nossa interação com o mundo externo se dá para pela visão.

Algumas doenças estão diretamente ligadas ao avanço da idade uma delas é a Degeneração Macular Relacionada a Idade  – DMRI, essa doença é causada pelo depósito de restos celulares no fundo do olho e é responsável por causar cegueira em pessoas com mais de 50 anos de idade, veja mais sobre DMRI.

Nos últimos anos um tratamento para alguns tipos de DMRI vem tornando-se uma das principais armas da medicina para enfrentar o avanço dessa doença, são conhecidas como injeção intra-vítrea de medicamentos anti-VEGF, este tipo de tratamento medicamentoso tem obtidos excelentes resultados para os pacientes, porque em muitos casos além de conter o avanço da DMRI é possível ter significativa melhora da visão.

O Dr. João Guilherme de Moraes explica que o tratamento é muito eficaz e vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil, antigamente o acesso era muito restrito, porém em 2010 o governo publicou uma lei que obriga os planos de saúde a oferecerem este tipo de tratamento para os pacientes, auxiliando milhões de pessoas a ter a possibilidade de tratar a DMRI e outras doenças.

A injeção-intra vítrea nada mais do que a aplicação de um medicamento diretamente na região afetada, aumentando as chances e o efeito do tratamento, os medicamentos Anti-VEGF são importante porque conseguem conter o avanço da DMRI e em muitos casos melhorando a visão do paciente nos contas Dr. João Guilherme de Moraes

O Centro de Retina Curitiba localizado na rua Bispo Dom José nº 271 disponibiliza este tipo de tratamento e já beneficiou mais de 600 pacientes, com muito sucesso na sua recuperação.

Os medicamentos Anti-VEGF são muitos eficazes e centenas de estudos no Brasil, Europa e EUA vem comprovando seus resultados, o paciente pode ficar tranqüilo quando busca o tratamento porque a equipe da Retina Curitiba é amplamente treinada, participando constantemente de congressos, cursos, especializações, nacionais e internacionais para aprimorar a técnica, diz o Dr. João Guilherme de Moraes.

16 mar 2014
injecao_intravitrea2

Tratamento ocular quimioterápico com ANTI-VEGF Antioangenico

O Tratamento quimioterápico ocular Antioangênico é indicado para pacientes com DMRI úmida ou exsudativa, com a presença de membrana neovascular sub retianiana que causa perda abrupta da visão.

No Brasil cerca de 10% da causa de cegueira em pacientes com idade acima de 65 anos é devido a DMRI, dentro deste grupo 10% podem desenvolver a DMRI úmida exsudativa, a forma mais agressiva da doença.

O tratamento com Anti-VGEF tem demonstrado bons resultados nesses casos, retardando a perda da visão e até mesmo melhorando a visão do paciente.

Como é feito o tratamento Quimioterápico ocular – ANTI-VEGF?

O tratamento é feito com a infusão de medicamentos que inibem o desenvolvido da DMRI, a doença surge na mácula, uma região com uma grande concentração de Fotoreceptores, espécie de cones que são responsáveis pela visão, abaixo da camada de fotoreceptores da retina temos as camadas de epitélio pigmentado e a de bruch, com o envelhecimento, as pessoas predispostas a DMRI, inicia-se um processo que causa lesões nessas camadas, também conhecidas como Drusas, que são depósitos brancos e amarelados, que numa quantidade grande constituem a DMRI e levam a perda da visão.

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