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25 maio 2019
retina curitiba tratamento ocular avançado

34% dos brasileiros nunca foram no oftalmologista

34% dos brasileiros nunca foram no oftalmologista

 

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) constatou que cerca de 34% das pessoas nunca foram ao oftalmologista e, entre as que foram, 61% só realizou a consulta por perceber algum sintoma ou desconforto na visão.

Segundo o Dr. João Guilherme de Moraes, especialista em retina e vítreo, esse é um dado preocupante, visto que algumas doenças perigosas para a visão são assintomáticas em seus estágios iniciais, ou seja, o paciente não percebe a perda visual e quando se dá conta, já há certo grau de comprometimento da visão.

A Dra. Camila Winckler, responsável pelo Centro de Exames Avançados da Retina Curitiba, relata que dentre essas doenças, a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) pode causar perda da visão central.  A médica fala ainda que a progressão da doença muitas vezes é lenta e afeta a mácula, responsável pela visão central e de detalhes.

Em média, a DMRI surge depois dos 60 anos, porém, existem casos da doença em pacientes mais jovens. Por isso, é fundamental a consulta regular com o oftlamologista.

A doença tem ligação genética e é uma das principais causas de perda de visão central em pacientes de todo o mundo.

Embora não tenha cura, a DMRI pode ser controlada e em alguns casos, o tratamento pode inclusive, alcançar melhora da acuidade visual. Entretanto, para estabelecer um plano de tratamento e acompanhamento adequado, é fundamental o diagnóstico precoce.

 

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13 maio 2019
retina curitiba Doença de Stargardt

Doença de Stargardt retinologia

Doença de Stargardt retinologia

Doença de Stargardt é a forma mais comum de degeneração macular juvenil congênita.

 

A perda de visão progressiva associada à produção de uma proteína transmembrana pelo gene ABCA4, mutação do Trifosfato de adenosina (ATP), causando a morte de células fotorreceptoras na porção central da retina, denominada mácula.

 

A maioria das diferenças nos achados clínicos em pacientes com ABCA4 pode ser explicada pela interação de três fatores que variam entre os pacientes:

 

Gravidade do genótipo ABCA4, taxa na qual os bisretinoides tóxicos se formam nos fotorreceptores;

Sensibilidade relativa dos cones foveais ao genótipo;

Sensibilidade relativa do EPR ao genótipo.

 

O sintoma mais característico na doença de Stargardt consiste em pintas claras ao nível do EPR. Essas manchas diferem das drusas porque geralmente, são mais alongadas do que redondas e, muitas vezes, se contatam em ângulos que criam uma aparência de ramificação ou rede.

 

A atrofia do RPE Frank é comumente vista no centro da mácula e as bases dessas lesões tem um brilho metálico que é distintamente diferente do que ocorre na degeneração macular relacionada à idade (DMRI).

 

Um sinal de diagnóstico útil de doença retiniana associada a ABCA4 é uma relativa preservação do EPR peripapilar. Este sinal é frequentemente mais visível na angiografia com fluoresceína ou autofluorescência, pois o acúmulo de A2E dentro do epitélio pigmentar da retina resulta em uma anormalidade detectável tanto na angiografia fluoresceínica quanto na imagem de autofluorescência.

22 abr 2019
doenças comuns da retina

DOENÇAS MAIS COMUNS DA RETINA

DOENÇAS MAIS COMUNS DA RETINA

Entre as doenças mais comuns que a retina pode manifestar, o Deslocamento de Retina, a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) e a Retinopatia Diabética são as mais comuns. Há alguns sintomas que podem indicar quando os problemas oculares estão associados à região do fundo do olho, onde se localiza a retina.

Veja mais em nosso site:

No caso do deslocamento de retina, os sintomas são os mais perceptíveis no estágio inicial, com a ocorrência de visão turva e formação de sombras na vista, podendo avançar para flashes luminosos e a sensação de “moscas volantes” – como se fossem insetos voando no olhar.

Na DMRI, algumas pessoas apresentam ocorrência de uma leve distorção na imagem durante os primeiros estágios, porém, sintomas como dificuldade para enxergar em ambientes escuros, surgimento de pontos na visão e redução na intensidade das cores costumam aparecer somente nos estágios mais graves da doença.

Já na Retinopatia Diabética, os sintomas aparecem mais tardiamente, ocorrendo a visão embaçada e o aparecimento de manchas escuras nos estágios mais graves da doença.

Para diagnóstico das patologias em seu estado inicial, é importante que a consulta com oftalmologista seja realizada pelo menos uma vez ao ano. Iniciando o tratamento nesses estágios, as chances de bons resultados são maiores, uma vez que, se não tratadas corretamente, essas três doenças podem causar cegueira.

31 mar 2019
cirurgia da retina curitiba - dr joao guilherme de moraes ministra palestra em evento da APO

O Dr. João Guilherme de Moraes e a Dra. Camila Winckler participaram como palestrantes da Reunião Científica

O Dr. João Guilherme de Moraes e a Dra. Camila Winckler participaram como palestrantes da Reunião Científica promovida pela Associação Paranaense de Oftalmologia (APO), transmitida ao vivo para oftalmologistas de todo o Brasil.

 

A Dra. Camila falou sobre o papel do Exame de Tomografia de Coerência Óptica (OCT) na avaliação pré-operatória de implante de lente intraocular, discorrendo sobre os aspectos técnicos que podem ser utilizados pelo médico na escolha do tipo de lente a ser implantado no paciente.

 

O Dr. João Guilherme, por sua vez, tratou sobre como diagnosticar e tratar o EDEMA MACULAR CISTÓIDE no pós-operatório da cirurgia de catarata. Segundo o médico especialista em retina e vítreo, é muito importante uma avaliação assertiva e um protocolo de tratamento eficiente, visto que essa condição pode afetar gravemente a visão do paciente.

 

Buscando difundir as melhores práticas da oftalmologia, a Associação Paranaense de Oftalmologia vem promovendo diversos eventos acadêmicos e científicos para os oftalmologistas de todo o estado.

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28 mar 2019
cirurgia da retina em curitiba

O que pode causar lesão na retina?

O que pode causar lesão na retina?

As doenças na retina possuem características específicas entre elas. Porém, existem algumas causas em comuns que podem ocasionar boa parte das principais condições.

cirurgia da retina em curitiba

Alguns fatores são hormonais, com a genética podendo causar problemas como a retinoblastoma, que se manifesta logo na infância. Além disso, com o passar do tempo, podem surgir condições na mácula como buracos no local e a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

A retina também pode apresentar problemas acarretados por outras doenças oculares, como a miopia e certos tipos de tumores. Além disso, se condições como hipertensão arterial e diabetes não estiverem controladas regularmente, possibilita que surjam disfunções nesta região do olho.

Também há doenças oculares que, como efeito colateral, também causam problemas na retina, como miopia, astigmatismo e tumores no olho. Além disso, não controlar hipertensão e diabetes corretamente pode ocasionar algumas condições nessa região do olho.

Por fim, algumas lesões específicas podem gerar problemas na retina, como traumatismos, inflamações, infecções e alterações nos vasos sanguíneos.

A maioria das doenças na retina pode ser diagnosticada em seu estágio inicial, desde que o oftalmologista seja consultado regularmente. O ideal é aferir os olhos uma vez por ano, mas deve-se ir toda vez que sentir algum problema na visão.

22 mar 2019
descolamento da retina tratamento curitiba cirurgia da retina

O QUE CAUSA O DESCOLAMENTO DE RETINA – CIRURGIA DA RETINA EM CURITIBA

O QUE CAUSA O DESCOLAMENTO DE RETINA – CIRURGIA DA RETINA EM CURITIBA

Responsável pela formação de imagens, a retina é uma parte importante do olho, e como tal, qualquer alteração  pode ocasionar problemas na visão. É o caso do descolamento de retina que, se não for tratada com celeridade, pode até cegar.

 

São quatro as principais causas que podem fazer a retina se soltar no globo ocular, sendo a primeira o histórico do paciente e de sua família, isto é, se já teve algum registro de problemas oculares ou se o descolamento de retina já ocorreu com algum familiar.

 

O segundo fator é se acontecer algum tipo de tração na área, podendo puxar a retina para longe do seu local original. Isso pode acontecer em casos de Retinopatia Diabética, com a proliferação de tecidos podendo atuar na retina, mas também em casos de traumas, como batidas, tombos etc.

 

O terceiro motivo está envolvido com rasgos e furos na retina, que acontecem quando falta gel vítreo no olho, fazendo com que qualquer líquido no local passe por trás da retina e a descole.

 

Por fim, se a falta de vítreo pode descolar, o excesso também, é o que acontece quando se tem alguma inflamação ou doença na retina, fazendo com que as camadas da retina se separem.

 

O descolamento da retina age rápido na visão e, por isso, é importante consultar um oftalmologista especialista em retina no momento que perceber os primeiros sintomas, que inclui:

 

  • Presença de manchas escuras na visão;
  • Escurecimento abrupto da visão;
  • Flashs de Luz;
  • Perda temporária da visão.

 

 

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19 fev 2019

O QUE ESPERAR DA RETINOLOGIA EM 2019?

O QUE ESPERAR DA RETINOLOGIA EM 2019?
As doenças da retina são estudadas exaustivamente por pesquisadores e médicos de todo o mundo, pois suas consequências para a visão são gravíssimas.
Com o avanço da idade da população, a prevalência de patologias como Retinopatia Diabética, Degeneração Macular Relacionada à idade e Buraco Macular vem aumentando no Brasil.
Os médicos Dr. João Guilherme de Moraes e Dra. Camila Winckler, especialistas em retina e vítreo, falam sobre suas expectativas para 2019 no
campo da retinologia.
Fundador do Centro de Retina e Vítreo – Retina Curitiba, com mais de 20 anos de carreira, o Dr. João Guilherme Moraes relata que espera, para
este ano, avanço nos medicamentos conhecidos como ANTI-VEGF: “Essas medicações trouxeram um grande avanço no tratamento de doenças como Degeneração Macular Relacionada à Idade e no manejo de pacientes com Retinopatia Diabética. Nossa principal expectativa é um progresso na durabilidade aprimorada dos medicamentos, que vão melhorar os resultados dos tratamentos.”
A Dra. Camila Winckler relata que uma grande expectativa é quanto aos tratamentos com TERAPIA GENÉTICA: “Diversos testes e estudos estão sendo realizados em vários países do mundo, alguns dos quais médicos brasileiros são responsáveis, porém, ainda não temos medicamentos disponíveis no mercado. O que todos esperam é que os estudos avancem e que, em breve, possamos utilizar esses tratamentos em doenças que hoje não tem protocolos clínicos disponíveis.”
Os médicos concordam que a tecnologia trazida pela cirurgia de vídeo 3D foi um dos avanços mais significativos dos últimos anos, pois o equipamento já está em uso em Curitiba e em outras capitais do Brasil, auxiliando durante a cirurgia dos pacientes.

11 fev 2019
PESQUISA INÉDITA REGENERA CÉLULAS FOTORRECEPTORAS COM TERAPIA GENÉTICA

PESQUISA INÉDITA REGENERA CÉLULAS FOTORRECEPTORAS COM TERAPIA GENÉTICA.

PESQUISA INÉDITA REGENERA CÉLULAS FOTORRECEPTORAS COM TERAPIA GENÉTICA.

Utilizando uma nova terapia baseada em Células-tronco pluripotente induzida, cientistas do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) conseguiram evitar a cegueira em camundongos que tinham DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade) do tipo seca em estágio avançado.

Uma das principais causas de perda de visão em pessoas com mais de 65 anos de idade, a DMRI causa a degeneração das células do fundo do olho, como os fotorreceptores, que são células especializadas em captar a luz e transformar nos impulsos elétricos que são decodificados pelo cérebro, formando a visão.

O ensaio clínico foi publicado na revista cientifica Science Translational Medicine e prepara o cenário para um primeiro estudo com humanos com DMRI do tipo seca, que atualmente não possui tratamento.

 

O ESTUDO UTILIZA CÉLULAS TRONCO PLURIPOTENTE INDUZIDA

A terapia é inovadora porque utiliza Célula-tronco pluripotente induzida, que foram recentemente desenvolvidas. Trata-se de células do próprio paciente que são modificadas e transformadas em células tronco, conhecidas como células IPS, que podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo.

Nesse caso, as células são programadas para se tornarem células epiteliais pigmentares da retina, o tipo de célula que morre no início do estágio de atrofia geográfica da degeneração macular.

As células do EPR nutrem os fotorreceptores, as células sensíveis à luz na retina. Na DMRI do tipo seca, quando as células do EPR morrem, os fotorreceptores acabam também morrendo, ocasionando cegueira.

A terapia é uma tentativa de reforçar a saúde dos fotorreceptores remanescentes, substituindo o EPR terminal pelo EPR derivado de células iPSC.

 

Os pesquisadores relatam que as células transplantadas funcionaram adequadamente. A imunocoloração confirmou que o EPR derivado de iPSC expressou o gene RPE65, sugerindo que as células produzidas em laboratório atingiram um estágio crucial de maturidade necessário para manter a saúde dos fotorreceptores.

O gene RPE65 é necessário para a regeneração do pigmento visual dentro dos fotorreceptores e é um componente essencial para a visão.

Além disso, outros testes mostraram sinais positivos sobre aspectos clínicos das células regeneradas.

 

Uma das principais preocupações com qualquer terapia com células-tronco é seu potencial oncogênico: a capacidade das células se multiplicarem descontroladamente e formarem tumores.

Os pesquisadores analisaram geneticamente as células do EPR derivadas de iPSC e não encontraram mutações genéticas ligadas ao crescimento do tumor.

 

O ensaio clínico em humanos só poderá ser realizado após a aprovação do FDA (Food and Drug Administration), órgão que regulamenta medicamentos, equipamentos e pesquisas na área de saúde nos EUA.

Até a terapia ser aplicada em larga escala, existe um longo caminho a ser percorrido. São necessárias muitas pesquisas em várias fases para atestar com segurança os resultados apresentados. Mas, a cada dia a ciência está trazendo novidades surpreendentes para tratamentos de diversas doenças graves, como a DMRI do tipo seca.

A DMRI do tipo exsudativa é uma forma ainda mais rigorosa da doença, mas para esses casos já existe tratamento, que é feito com injeções intravítreas que são capazes de impedir o avanço da doença e também melhorar a visão de muitos pacientes.

 

11 jan 2019
INJEÇÃO INTRAVÍTREA PARA TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR DIABÉTICO

INJEÇÃO INTRAVÍTREA PARA TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR DIABÉTICO

INJEÇÃO INTRAVÍTREA PARA TRATAMENTO DO EDEMA MACULAR DIABÉTICO

 

O Edema Macular é responsável pela maior parte dos casos de redução de acuidade visual em pacientes portadores de diabetes, seja ela do tipo 1 ou 2.

 

👀 A característica predominante é o acumulo fluído na região macular, provocado pelo rompimento da Barreira Hemato-retiniana, que é um elemento de proteção das células da retina, alterando seu funcionamento e provocando uma reação inflamatória.

 

Até então, o tratamento mais aceito para o EDEMA MACULAR era o uso da FOTOGOAGULAÇÃO A LASER, que é capaz de evitar a progressão da doença e melhorar a visão em parte dos casos.

 

 

💉O uso da injeção intravítrea de ANTIANGIOGÊNICOS, associada ou não ao LASER, vem obtendo resultados interessantes. Diversos estudos comprovaram evolução com o tratamento de fármacos intra-vitreos.

 

A melhor forma de evitar o EDEMA MACULAR é o controle glicêmico dos pacientes com diabetes, que deve ser rigoroso para evitar o surgimento da doença.

 

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