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13 mar 2020
fotocoagulação a laser

Fotocoagulação a laser

A fotocoagulação a laser é um procedimento utilizado para tratar uma série de doenças, principalmente as relacionadas à retina, como rupturas, retinopatia diabética e oclusão da veia da retina.

Seu principal objetivo é evitar a progressão dessas condições por meio da cauterização de veias anômalas, preservando a visão do paciente.

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06 mar 2020
quantas injeções de antivegf são necessárias para melhorar a visão

Quantas injeções de Anti VEGF são necessárias para melhorar a visão?

O tratamento com injeção intravítrea revolucionou a oftalmologia nos últimos anos. A técnica consiste em aplicar determinados medicamentos diretamente no espaço intra-ocular, obtendo resultados mais satisfatórios.

As medicações utilizadas tem a capacidade de bloquear o crescimento anormal de vasos sanguíneos na retina, comum em doenças como a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

Geralmente, essas aplicações ocorrem mais de uma vez e o foco inicial é impedir o avanço da doença. Porém, em muitos casos, os pacientes relatam melhora significativa da visão.

O número de aplicações assim como o medicamento utilizado variam conforme o caso, dependendo do estágio da doença, das respostas dadas pelo organismo do paciente e demais fatores específicos.

 

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21 fev 2020
oclusao venosa da retina

Oclusão Venosa da Retina

Segunda maior causa de cegueira entre as doenças relacionadas à retina, a Oclusão Venosa da Retina (OVR) é caracterizada pela obstrução ou pelo bloqueio de uma ou mais veias que irrigam a região.

A condição pode afetar pessoas de todas as idades, porém, é mais comum a partir dos 65 anos, se manifestando, inicialmente, com sintomas como visão turva e olho dolorido, podendo evoluir para um desfoque na vista, pressão no globo ocular e, em casos mais graves, a cegueira.

O seu tratamento é possível de ser realizado e pode controlar a doença se diagnosticada a tempo, por isso, é importante realizar exames oftalmológicos constantemente e ir ao oftalmologista assim que sentir qualquer sintoma.

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14 fev 2020
retina membrana epirretiniana

O que é a membrana epirretiniana?

A membrana epirretiniana é uma condição causada pelo descolamento de vítreo posterior, gerando microlesões no local e, em alguns casos, uma fina camada (membrana) devido à cicatrização na região.
Nos casos em que a camada formada é fina, não há a presença de nenhum sintoma, no entanto, quando a membrana é espessa, a visão fica comprometida, com o surgimento de distorção na vista, embaçamento e fotofobia.
O diagnóstico da condição pode ser realizado através de um exame oftalmológico completo, por isso a importância de consultar um retinólogo periodicamente ou ao surgir qualquer sintoma.

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10 jan 2020
o risco de dmri aumenta com a idade

Risco de DMRI aumenta com a idade

A degeneração macular relacionada à idade, ou DMRI, é uma doença causada pela deterioração da mácula, localizada no centro da retina, condição que possui maiores riscos de contração com o passar do tempo.

Como ela é causada pelo desgaste da mácula, conforme a idade da pessoa, as chances de portar DMRI aumentam. Um grupo de pacientes entre 65 e 74 anos de idade, por exemplo, tem uma probabilidade três vezes menor que pessoas com mais de 75 anos.

 

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26 set 2019

Injeção intravítrea em Curitiba

Injeção intravítrea em Curitiba

A injeção intravítrea é uma terapia criada para conter condições oculares no qual há o surgimento de neovasos, evitando o crescimento deles e, por consequência, a progressão das doenças.

O tratamento consiste na aplicação, por meio de uma injeção, de medicamentos no humor vítreo, região com uma substância gelatinosa que tem a função de evitar o descolamento da retina.

Com a aplicação dos medicamentos, as substâncias atuam no bloqueio do fator de crescimento vascular endotelial, reduzindo a neovascularização.

As principais condições em que é realizado o tratamento com injeção intravítrea são:

 

DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE (DMRI)

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma condição no qual há o desgaste das células fotorreceptora da mácula, região central da retina, responsável pela formação de detalhes das imagens que vão para o cérebro.

Geralmente, a DMRI é causada pela idade, sendo que alguns fatores podem colaborar para a sua manifestação, como genética, hipertensão, obesidade, tabagismo e hábitos alimentares irregulares.

A DRMI é dividida em duas fases, sendo elas:

– DMRI Seca: Essa fase é a mais comum, sendo responsável por 90% dos casos, e a mais leve, havendo a formação de drusas na região da retina e afetando a mácula. Na DMRI Seca, há uma leve distorção na visão, afetando atividades que necessitam de uma focalização maior.

– DMRI Úmida: Se a DMRI Seca não é tratada, há a formação de neovasos na região, causando sintomas como distorção da visão central, manchas escuras na vista e a perda progressiva da capacidade de enxergar.

 

retinopatia diabetica
retinopatia diabetica

 

RETINOPATIA DIABÉTICA

A Retinopatia Diabética é uma condição que ocorre devido à falta de controle com o nível de açúcar no sangue entre pessoas que possuem diabetes, afetando a mácula e causando a condição.

Em sua fase não proliferativa, há a formação de microaneurismas, obstrução de vasos sanguíneos e hemorragias, não afetando a visão nesse primeiro momento, por isso a importância de ir ao retinólogo constantemente para exames de rotina.

Já na fase proliferativa, há a oclusão dos vasos sanguíneos e a formação de neovasos, frágeis, que podem vazar ou romper, causando o embaçamento e a perda progressiva da visão, podendo causar a cegueira.

 

TRATAMENTO COM INJEÇÃO INTRAVÍTREA EM CURITIBA

O tratamento com injeção intravítrea em Curitiba pode ser realizado na Retina Curitiba, clínica especializada em Vítreo e Retina, unindo profissionais altamente capacitados a uma tecnologia de última geração em uma estrutura completa, oferecendo o melhor tratamento para nossos pacientes.

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25 maio 2019

34% dos brasileiros nunca foram no oftalmologista

34% dos brasileiros nunca foram no oftalmologista

 

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) constatou que cerca de 34% das pessoas nunca foram ao oftalmologista e, entre as que foram, 61% só realizou a consulta por perceber algum sintoma ou desconforto na visão.

Segundo o Dr. João Guilherme de Moraes, especialista em retina e vítreo, esse é um dado preocupante, visto que algumas doenças perigosas para a visão são assintomáticas em seus estágios iniciais, ou seja, o paciente não percebe a perda visual e quando se dá conta, já há certo grau de comprometimento da visão.

A Dra. Camila Winckler, responsável pelo Centro de Exames Avançados da Retina Curitiba, relata que dentre essas doenças, a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) pode causar perda da visão central.  A médica fala ainda que a progressão da doença muitas vezes é lenta e afeta a mácula, responsável pela visão central e de detalhes.

Em média, a DMRI surge depois dos 60 anos, porém, existem casos da doença em pacientes mais jovens. Por isso, é fundamental a consulta regular com o oftlamologista.

A doença tem ligação genética e é uma das principais causas de perda de visão central em pacientes de todo o mundo.

Embora não tenha cura, a DMRI pode ser controlada e em alguns casos, o tratamento pode inclusive, alcançar melhora da acuidade visual. Entretanto, para estabelecer um plano de tratamento e acompanhamento adequado, é fundamental o diagnóstico precoce.

 

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13 maio 2019

Doença de Stargardt retinologia

Doença de Stargardt retinologia

Doença de Stargardt é a forma mais comum de degeneração macular juvenil congênita.

 

A perda de visão progressiva associada à produção de uma proteína transmembrana pelo gene ABCA4, mutação do Trifosfato de adenosina (ATP), causando a morte de células fotorreceptoras na porção central da retina, denominada mácula.

 

A maioria das diferenças nos achados clínicos em pacientes com ABCA4 pode ser explicada pela interação de três fatores que variam entre os pacientes:

 

Gravidade do genótipo ABCA4, taxa na qual os bisretinoides tóxicos se formam nos fotorreceptores;

Sensibilidade relativa dos cones foveais ao genótipo;

Sensibilidade relativa do EPR ao genótipo.

 

O sintoma mais característico na doença de Stargardt consiste em pintas claras ao nível do EPR. Essas manchas diferem das drusas porque geralmente, são mais alongadas do que redondas e, muitas vezes, se contatam em ângulos que criam uma aparência de ramificação ou rede.

 

A atrofia do RPE Frank é comumente vista no centro da mácula e as bases dessas lesões tem um brilho metálico que é distintamente diferente do que ocorre na degeneração macular relacionada à idade (DMRI).

 

Um sinal de diagnóstico útil de doença retiniana associada a ABCA4 é uma relativa preservação do EPR peripapilar. Este sinal é frequentemente mais visível na angiografia com fluoresceína ou autofluorescência, pois o acúmulo de A2E dentro do epitélio pigmentar da retina resulta em uma anormalidade detectável tanto na angiografia fluoresceínica quanto na imagem de autofluorescência.

22 abr 2019
doenças comuns da retina

DOENÇAS MAIS COMUNS DA RETINA

DOENÇAS MAIS COMUNS DA RETINA

Entre as doenças mais comuns que a retina pode manifestar, o Deslocamento de Retina, a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) e a Retinopatia Diabética são as mais comuns. Há alguns sintomas que podem indicar quando os problemas oculares estão associados à região do fundo do olho, onde se localiza a retina.

Veja mais em nosso site:

No caso do deslocamento de retina, os sintomas são os mais perceptíveis no estágio inicial, com a ocorrência de visão turva e formação de sombras na vista, podendo avançar para flashes luminosos e a sensação de “moscas volantes” – como se fossem insetos voando no olhar.

Na DMRI, algumas pessoas apresentam ocorrência de uma leve distorção na imagem durante os primeiros estágios, porém, sintomas como dificuldade para enxergar em ambientes escuros, surgimento de pontos na visão e redução na intensidade das cores costumam aparecer somente nos estágios mais graves da doença.

Já na Retinopatia Diabética, os sintomas aparecem mais tardiamente, ocorrendo a visão embaçada e o aparecimento de manchas escuras nos estágios mais graves da doença.

Para diagnóstico das patologias em seu estado inicial, é importante que a consulta com oftalmologista seja realizada pelo menos uma vez ao ano. Iniciando o tratamento nesses estágios, as chances de bons resultados são maiores, uma vez que, se não tratadas corretamente, essas três doenças podem causar cegueira.

31 mar 2019

O Dr. João Guilherme de Moraes e a Dra. Camila Winckler participaram como palestrantes da Reunião Científica

O Dr. João Guilherme de Moraes e a Dra. Camila Winckler participaram como palestrantes da Reunião Científica promovida pela Associação Paranaense de Oftalmologia (APO), transmitida ao vivo para oftalmologistas de todo o Brasil.

 

A Dra. Camila falou sobre o papel do Exame de Tomografia de Coerência Óptica (OCT) na avaliação pré-operatória de implante de lente intraocular, discorrendo sobre os aspectos técnicos que podem ser utilizados pelo médico na escolha do tipo de lente a ser implantado no paciente.

 

O Dr. João Guilherme, por sua vez, tratou sobre como diagnosticar e tratar o EDEMA MACULAR CISTÓIDE no pós-operatório da cirurgia de catarata. Segundo o médico especialista em retina e vítreo, é muito importante uma avaliação assertiva e um protocolo de tratamento eficiente, visto que essa condição pode afetar gravemente a visão do paciente.

 

Buscando difundir as melhores práticas da oftalmologia, a Associação Paranaense de Oftalmologia vem promovendo diversos eventos acadêmicos e científicos para os oftalmologistas de todo o estado.

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