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24 jul 2018

O que é o fator VEGF e qual a sua importância para o tratamento da DMRI

Uma das principais inovações na oftalmologia, principalmente nos tratamentos de doenças da retina, foram as medicações ANTI-VEGF, que agem para combater doenças como Degeneração Relacionada à idade (DMRI), Retinopatia Diabética e oclusões venosas, dentre outras.

A sigla VEGF – do inglês Vascular endothelial growth fatorsignifica FATOR DE CRESCIMENTO ENDOTELIAL VASCULAR e tem uma grande importância para nosso organismo desde a gestação. O mecanismo VEGF promove a ANGIOGENESE (crescimento de novos vasos sanguíneos a partir de vasos já existentes), processo que além de ser importante durante toda a vida, é necessário para o desenvolvimento do feto.

Esse mecanismo no qual novos vasos se formam depende de vários fatores, como hormônios, proteínas e ações metabólicas dentre outros. Somados, esses elementos resultam no crescimento dos vasos. Na vida adulta, o VEGF atua, por exemplo, na regeneração de músculos e tecidos que por algum motivo foram danificados.

Porém, os estudos sobre VEGF são concentrados nas doenças cancerígenas. Foi identificado que os tumores crescem de forma acelerada e desordenada por meio do mecanismo VEGF que, ao promover o crescimento de novos vasos, ajuda na proliferação do câncer.

Iniciaram-se, portanto, diversas pesquisas para a criação de medicações capazes de interromper o processo do crescimento dos vasos sanguíneos ou VEGF. Foram criados, então, medicamentos chamados de ANTI-VEGF, que atuam impedindo o crescimento de novos vasos e, consequentemente, o aumento do tamanho do tumor.

Doenças da retina como a DMRI agridem o tecido retiniano, fazendo com que o organismo passe a promover a ANGIOGENESE para recuperar os vasos sanguíneos afetados pela doença. No entanto, esse processo prejudica ainda mais a retina, uma vez que cria desequilíbrio e surgimento de novos vasos, mais fracos e finos que, ao se romperem, provocam hemorragias.

Para conter esse processo e impedir o avanço das doenças da retina, cientistas, pesquisadores e médicos oftalmologistas começaram a testar medicamentos ANTI-VEGF na retina e tiveram sucesso. Eles conseguiram impedir o crescimento de novos vasos sanguíneos no fundo do olho, interrompendo o progresso de doenças como a Degeneração Macular relacionada à Idade do tipo exsudativa, a mais agressiva.

Foram realizados então, milhares de novos estudos até que os medicamentos fossem aprovados e chegassem até as clinicas especializadas em retina. Hoje o tratamento com INJEÇÃO INTRAVÍTREA ANTI-VEGF é uma realidade e tem ajudado milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive no Brasil.

02 jul 2018

Dr. João Guilherme Moraes – Profere palestra no XIV CONGRESSO SUL BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA

Durante os dias 28 e 30 de junho aconteceu o XIV CONGESSO SUL BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA, que reuniu dezenas de médicos especialistas em busca de aprimoramento cientifico. O Dr. JOÃO GUILHERME MORAES falou sobre o DESCOLAMENTO DE RETINA e a RETINECTOMIA, discorrendo sobre a evolução do procedimento e sobre os cuidados e riscos associados a este tratamento.

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26 jun 2018

USO DE COMPOSTO DE CÉLULAS-TRONCO PODE AJUDAR NO TRATAMENTO DA DMRI DO TIPO SECA

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), uma das principais causas de cegueira em pessoas com mais de 60 anos de idade, é caracterizada pelo surgimento de drusas (espécie de cristais orgânicos) que se acumulam no fundo do olho. Com o tempo, a presença deste material pode afetar células importantes da retina e provocar a perda da visão.

“Existem dois tipos de DMRI, a úmida e a seca. A primeira é o tipo mais grave da doença e atinge cerca de 10% dos casos. Já a DMRI seca também pode prejudicar a visão, mas seu tratamento é mais difícil”, explica o retinólogo João Guilherme Oliveira de Moraes.

Um estudo inicial publicado na revista Science Translational Medicine produziu a estabilização da progressão da DMRI do tipo SECA e a melhora da visão em um dos pacientes. A pesquisa foi realizada com cinco pacientes que tinham DMRI seca do tipo grave, com perda considerável da visão.

Os médicos cientistas implantaram dentro do olho dos pacientes um composto sintético derivado de células tronco e observaram através do exame de Tomografia de Coerência Óptica (OCT), a evolução do tratamento. Os resultados iniciais foram animadores, pois quatro dos cinco pacientes receberam o substrato com sucesso. Todos apresentaram estabilização da DMRI, sendo que um deles obteve melhora na função visual.

João Guilherme Oliveira de Moraes, oftalmologista especializado em retina e vítreo, explica que se trata de um ensaio clinico que visa avaliar a segurança e eficácia de um tratamento, para permitir pesquisas mais avançadas no futuro. Por isso embora os resultados sejam animadores, não são definitivos. Segundo ele, outros estudos deverão ser realizados para testar a eficácia do tratamento proposto.

O mais importante é noticiar que a cada dia a medicina está evoluindo e doenças que hoje são de difícil tratamento, no futuro poderão ser controladas.

Devido a importância do fundo do olho e também por ser uma área sensível, as doenças da retina costumam afetar seriamente a visão. A retina possui células especializadas que não se regeneram, portanto, uma vez afetadas não podem mais ser recuperadas. Por isso é tão importante quando um tratamento consegue demonstrar alguma melhora na visão.

Até lá é importante que as pessoas visitem regularmente o oftalmologista para permitir o diagnóstico precoce de doenças como a DMRI e seu respectivo tratamento.

 

 

Fonte:  http://stm.sciencemag.org/content/10/435/eaao4097

20 maio 2018

Cirurgia de retina com tecnologia 3D é uma alternativa segura para o tratamento de doenças oftalmológicas

Cirurgia com tecnologia 3D é uma alternativa segura para as cirurgias da retina

A visão é um dos sentidos mais importantes para os seres humanos. Alguns estudos mencionam que este sentido é responsável por 85% de nossa percepção do ambiente. Além disso, com o uso cada vez mais frequente de tecnologias como smartphones e tablets, a capacidade visual tem se tornado cada vez mais relevante.

A retina é uma região muito importante para a visão humana, sua função é captar a luz e transformar em sinais elétricos que serão enviados para o cérebro, responsável por interpretar esses sinais e gerar as imagens. Esse é um sistema complexo, eficiente e extremamente necessário.

Portanto, devido à essencialidade dessa área do olho, as doenças que afetam a retina costumam ser muito prejudiciais para os pacientes. Dependendo da gravidade do problema, pode ser necessária a intervenção cirúrgica.

A importância da cirurgia da retina com tecnologia 3D

O fundo do olho é uma região muito vascularizada, escura e de difícil acesso e, portanto, para obter a maior precisão possível, a cirurgia nessa área exige habilidade técnica, experiência, equipe especializada e equipamentos avançados.

Dada a sensibilidade do olho, é preciso o máximo de cuidado durante os procedimentos. Com a tecnologia 3D esse processo fica um pouco mais fácil, pois por meio dela é possível ter a visão de profundidade dos tecidos, vasos e demais estruturas, o que permite maior confiabilidade na execução dos passos necessários para tratar o paciente.

Na cirurgia 3D a imagem do fundo do olho é projetada em uma tela de 50 polegadas com definição em 4k. A tecnologia tem vários benefícios, porém é correto afirmar que não se trata de algo exclusivo, é mais uma ferramenta para otimizar o trabalho da prática médica em oftalmologia.

17 maio 2018

Buraco de mácula e os riscos para sua visão – cirurgia da retina em Curitiba

Buraco de mácula e os riscos para sua visão – cirurgia da retina em Curitiba

Localizada na região central do fundo do olho, a mácula é uma parte muito importante da retina, onde existe uma grande concentração de células fotorreceptoras. A mácula é responsável pela percepção dos detalhes, das cores e pela visão central.

O buraco macular se caracteriza como uma pequena falha na região, situação que prejudica muito a visão do paciente e pode causar a perda da visão central. Comum em pessoas com mais de 60 anos, o buraco macular acontece graças a uma alteração no vítreo (gel que preenche o olho), que se desprende da retina e causando uma tração que influencia no surgimento do bcirurgia da retina buraco macular Curitiba.

buraco macular e os perigos para sua visão

Porém, em alguns casos a mácula pode sofrer algum inchaço devido a doenças oculares, lesões da retina ou trauma.

Os sintomas do Buraco Macular

Nem sempre a doença apresenta sintomas claros. Inicialmente a visão central fica um pouco distorcida, é como olhar através de um vidro embaçado. Com o avanço da doença, a perda da visão central fica mais evidente e uma mancha escura aparece no centro da visão.

Um dos exames utilizados para identificar o BURACO MACULAR é a TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA, capaz de registrar de forma muito clara detalhes como o tamanho do buraco macular.

NO DETALHE IMAGENS DO EXAME OCT QUE PERMITE A VISUALIZAÇÃO COM PRECISÃO DO BURACO MACULAR.
NO DETALHE IMAGENS DO EXAME OCT QUE PERMITE A VISUALIZAÇÃO COM PRECISÃO DO BURACO MACULAR.

Como é o tratamento do buraco macular

Para determinar o grau do buraco macular, suas causas e possíveis tratamentos, é importante que o diagnóstico seja realizado de forma precisa. Em casos mais avançados pode ser necessária a realização de cirurgia de Vitrectomia.

A cirurgia consiste na introdução de um gás especial dentro do olho, visando reduzir a tração que a mácula está sofrendo. Com esse tratamento pode ocorrer a cicatrização do buraco macular ou a redução do seu tamanho, o que impede seu avanço e em alguns casos recupera parte da visão do paciente.

Com o uso da TECNOLOGIA 3D PARA CIRURGIAS DA RETINA, o procedimento ficou mais seguro e preciso para os pacientes.

05 maio 2018

Por que as doenças da retina podem ser perigosas e causar perda permanente da visão?

É notório que a visão é um dos sentidos mais importantes para o ser humano. Alguns estudos indicam que nossa percepção do ambiente se dá em 85% do tempo através dos nossos olhos.

Muitas pessoas não sabem, mas a parte mais importante para nossa capacidade de enxergar é o fundo do olho. Conhecida como RETINA, essa região é composta por um tecido nervoso cheio de células fotossensíveis que captam a luminosidade e a transformam em impulsos elétricos que serão enviados ao o cérebro, formando a visão.

As doenças que atingem a retina geralmente afetam as células fotossensíveis, prejudicando muito a visão. Uma vez que essas células não se regeneram, uma vez afetadas, a visão dificilmente poderá ser restabelecida.

Felizmente, muitos tratamentos eficientes têm surgido para as doenças da retina. O Dr. João Guilherme Moraes, especialista em retina, relata que medicamentos conhecidos como ANTI-VEGF são capazes de bloquear o avanço de doenças que até pouco tempo tinham tratamentos pouco eficazes. O uso da tecnologia 3D para as cirurgias de retina também é uma inovação que melhora vários aspectos importantes durante o procedimento de vitrectomia, por exemplo.

Para diagnosticar as doenças nos primeiros estágios, quando as chances de tratamento são maiores e os resultados mais satisfatórios, o mais importante é visitar regularmente seu oftalmologista.

05 abr 2018

Trauma na região dos olhos pode causar perda da visão

 Trauma na região dos olhos pode causar perda da visão

A prática de alguns tipos de esportes ou até mesmo de determinadas atividades profissionais podem ocasionar trauma na região dos olhos, trazendo complicações para a visão. Os tipos mais comuns de trauma nos olhos são:

  • Exposição a produtos químicos que afetam os olhos;
  • Entrada de corpos estranhos (objetos pontiagudos, areia, pó e etc);
  • Tapas, socos, chutes, joelhadas em esportes de contato ou até mesmo brigas;
  • Acidentes com bolas em esportes como tênis, futebol, basquete e etc;
  • Acidentes de trânsito;
  • Quedas em geral.

O que fazer no momento do trauma

Traumas oculares geralmente causam vermelhidão nos olhos, visão momentaneamente embaçada, lacrimejamento, inchaço ou edema em volta do olho. Muitos casos não apresentam gravidade, porém, em caso de trauma nos olhos, é importante procurar um serviço de saúde para verificar se não ocorreu algum problema de natureza mais grave.

 

Descolamento de retina ocasionado por trauma

 

Alguns casos mais críticos podem gerar sintomas como perda súbita da visão, manchas escuras na visão ou flashes de luz, podendo indicar o DESCOLAMENTO DA RETINA. Nesses casos, é importante o tratamento imediato em um serviço de oftalmologia especializado em retina.

O descolamento de retina é uma condição grave na qual o tecido responsável pela formação da visão se desprende do olho, ficando sem a irrigação dos vasos sanguíneos e gerando hemorragia dentro do olho, quadro que pode afetar a visão de forma permanente.

Nesse caso pode ser necessária a realização de uma cirurgia, para recolar a retina no lugar. Essa cirurgia é chamada de vitrectomia.

A importância da proteção dos olhos

É muito importante, portanto, a utilização de equipamentos de proteção ocular sempre que possível. Em ambientes de trabalho com qualquer risco de lesão, o uso de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) deve ser seguido conforme orientação, minimizando as chances de acidente.

Para a prática de esportes de alto impacto, o atleta deve sempre ter em mente os cuidados necessários para minimizar riscos para os olhos e outros órgãos.

21 mar 2018

Você já ouviu falar em injeção intravítrea?

Você já ouviu falar em injeção intravítrea?

A visão é um sentido importante para o ser humano, já que ela facilita a realização de tarefas do dia a dia e permite uma melhor ambientação em cada espaço.

Muitas doenças oculares prejudicam a visão, mas as doenças que afetam o fundo do olho (RETINA) são consideradas mais graves e severas, uma vez que essa parte do olho é responsável direta pela formação da nossa visão.

As injeções intravítreas consistem na aplicação de medicamentos diretamente no vítreo (regiao interna do olho), aumentando a eficácia da ação dos medicamentos utilizados no tratamento de doenças que afetam a retina.

O que são os medicamentos ANTIANGIOGENICOS?

Os Antiangiogênicos, também conhecidos como anti-VEGF, são medicamentos capazes de bloquear o fator de crescimento endotelial (VEGF). Esse fator é responsável pela formação de novos vasos sanguíneos, mas quando essa formação de novos vasos acontece de forma exagerada (geralmente causada por alguma doença), esses novos vasos se tornam um problema. Esses neovasos, como são chamados, são mais finos e frágeis, se rompendo facilmente e causando hemorragias.

Portanto, o uso dos medicamentos ANTI-VEGF pode interromper o surgimento de novos vasos, controlando muitas doenças que afetam a retina.

Inicialmente, esses medicamentos não eram utilizados no tratamento de doenças oculares, porém, por meio de inúmeras pesquisas e ensaios clínicos, comprovou-se sua eficácia no tratamento de doenças como a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade).

Atualmente, já existem no mercado substâncias desenvolvidas para uso específico na oftalmologia, o que tem tornado o procedimento ainda mais seguro e eficaz.

 

01 fev 2018

ANS amplia cobertura para injeção intravítrea

ANS amplia cobertura para injeção intravítrea

A normativa tem inclusão de 18 novos procedimentos entre exames, terapias e cirurgias, além da ampliação de cobertura para outros sete, incluindo medicamentos orais contra o câncer.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde e responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil, publicou normativa de ampliação do rol de cobertura das operadoras privadas de saúde. A notícia beneficia muitos pacientes da oftalmologia que, apesar de serem portadores de doenças graves, não podiam contar com a cobertura integral do plano de saúde no tratamento.

Além da inclusão de vários procedimentos, a normativa também ampliou a cobertura para exames e terapias já presentes no rol, mas que possuíam limitação quanto ao diagnóstico. Na oftalmologia, o uso de medicamentos antiangiogênicos só tinha cobertura para tratamento de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), embora seja indicado para várias patologias que atingem a retina, conforme destaca João Guilherme Oliveira de Moraes, especialista em retina e vítreo: “A injeção intravítrea de antiangiogênicos não é um procedimento novo, porém, até agora os convênios de saúde só ofereciam cobertura para os casos de DMRI. O médico indicava o procedimento e o paciente não podia contar com a cobertura do plano”.

Segundo o médico, desde o dia 8 de janeiro, portadores de Retinopatia Diabética, oclusão da veia central da retina e edema macular secundário já estão realizando injeção intravítrea com cobertura dos planos privados de saúde: “A ampliação é de muita importância, pois todas essas doenças podem levar à cegueira total e irreversível. O uso de antiangiogênico tem alcançado ótimos resultados para portadores de Retinopatia Diabética, DMRI e outras doenças da retina”.

Além da injeção intravítrea, a ANS também ampliou a cobertura para a realização de Tomografia de Coerência Óptica, exame utilizado no diagnóstico de diversas doenças retinianas e, anteriormente, coberto apenas para diagnóstico de DMRI.

09 jan 2018

Quem tem miopia tem mais chances de ter descolamento de retina

Quem tem miopia tem mais chances de ter descolamento de retina

Os casos de miopia vêm aumentando em várias partes do mundo. Estima-se que em 2050, 50% da população brasileira terá esse tipo de erro refrativo, que causa dificuldade para enxergar objetos que estão distantes.

Por causa de sua anatomia, o olho míope possui maior pré-disposição para o DESCOLAMENTO DE RETINA. Segundo a Dra. Camila Winckler, trata-se de uma condição grave que precisa de um tratamento de emergência. Os sintomas incluem flashes de luz na visão, cegueira súbita, perda da visão periférica, visualização de pontos escuros e visão embaçada.

O Dr. João Guilherme Moraes explica que os pacientes com miopia podem ter até 10 vezes mais chances de desenvolver o descolamento de retina. Para pacientes míopes, a incidência do descolamento de retina pode chegar a 3%, sendo que no público geral esse número cai para em média, 0,07%.

Para diagnosticar o descolamento de retina é necessário realizar mapeamento de retina, que é um exame simples, indolor e rápido. Se você é míope, converse a respeito com seu oftalmologista.

 

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